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05 Fevereiro de 2019 | 20h51 - Actualizado em 05 Fevereiro de 2019 | 20h44

Norberto Garcia é interrogado na quarta-feira

Luanda - O réu Norberto Garcia, antigo director da Unidade Técnica para Investimento Privado (UTIP), vai ser interrogado esta quarta-feira durante a 9ª sessão de julgamento da Burla Tailandesa que decorre na 1ª Câmara Criminal do Tribunal Supremo.

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Réu Norberto Garcia, antigo director da Unidade Técnica para Investimento Privado (UTIP)

Foto: Angop (Arquivo)

Apesar do centro da acusação do Ministério Público gravitar na autenticidade do cheque de USD 50 mil milhões, o interrogatório de Norberto Garcia é de extrema importância, por ser o gestor que certificava e autorizava, a data dos factos, os investimentos privados em Angola.

É igualmente a Norberto Garcia (também aos outros nove réus) que o Ministério Público acusa de prática de crimes de falsificação de documentos, burla por defraudação, associação de malfeitores e branqueamento de capitais.

A 9ª sessão de julgamento realizada esta terça-feira ficou marcada entre as divergências dos advogados, com o causídico dos réus Arsénio Manuel e André Roy, Sérgio Raimundo, a acusar o seu colega Carlos Salumbongo de estar em conflitos de interesse por defender os réus tailandeses  e uma angolana que se encontram em rota de colisão.

Essa situação obrigou o corpo de juízes a terminar a audiência mais cedo para analisar quatro requerimentos apresentados por Sérgio Raimundo.

Destaca-se o emprego de tradutores aos réus estrangeiros em tempo integral, a notificação do oficial do SIC para falar da autenticidade de uma alega carta assinada do Vice-Presidente, supostamente falsificada pela ré Celeste de Brito, a impugnação do advogado Carlos Salumbongo por conflito de interesse, bem como a realização de um interrogatório ao prófugo Pierre René, através de uma vídeo-conferência.    

Até ao momento já foram interrogados sete réus do processo nº 001/18 que ficou mediatizado por Burla Tailandesa.

Assuntos Política   Tribunal Supremo  

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