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12 Fevereiro de 2019 | 14h49 - Actualizado em 12 Fevereiro de 2019 | 14h48

Embaixador chinês anuncia novos investimentos para Angola

Luanda - O embaixador-cessante da China em Angola, Cui Aimin, anunciou nesta terça-feira o interesse do seu país em promover um novo ciclo de investimentos, para apoiar o desenvolvimento económico e social do parceiro africano.

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Embaixador da China em Angola, Cui Aimin

Foto: Pedro Parente

Presidente da República, João Lourenço (à dir.) recebe embaixador da China em Angola, Cui Aimin (à esq.)

Foto: Pedro Parente

Cui Aimin falava à imprensa, depois de ter apresentado os cumprimentos de despedida ao Presidente da República, João Lourenço, no fim da missão diplomática iniciada em Setembro de 2015.

Apontou como prioridades na cooperação com Angola o incremento do investimento nas áreas da agricultura e da indústria.

Informou que a disponibilização do financiamento, de cerca de dois milhões de dólares, anunciado aquando da visita de Estado do Presidente João Lourenço à China, em Outubro do ano passado, está condicionada à concepção de novos projectos de desenvolvimento.

Lembrou que os entendimentos alcançados estabelecem, para além do financiamento, projectos de assistência técnica.     

Cui Aimin disse que, durante o seu mandato, testemunhou fases difíceis da economia angolana, mas que, actualmente, regista “uma recuperação (…) cada vez melhor”.

Acredita que haja ainda muito por se fazer e que a cooperação entre os dois países seja sustentável.  

Os números revelam que Angola tem sido um dos principais beneficiários dos investimentos da China, nos últimos anos.

A dívida do país é paga por via do petróleo, devido ao interesse chinês em diversificar o acesso a matérias-primas como o crude.

Em 2017, quarenta e três por cento das exportações de Angola foram para a China, que se tornou no terceiro maior destino das exportações angolanas, a seguir à Rússia e à Arábia Saudita".

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