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16 Fevereiro de 2019 | 16h48 - Actualizado em 16 Fevereiro de 2019 | 16h47

MINSA quer rever processo de privatização da Angomédica

Luanda - O Ministério da Saúde (MINSA) deverá despoletar os mecanismos legais para que a Angomédica (fábrica de medicamentos) volte a constituir património do Estado, cujo processo de privatização foi pouco claro, informou este sábado, em Luanda, a ministra Sílvia Lutucuta.

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Presidente da República, João Lourenço, durante a visita a Central de Compras de Medicamentos e Meios Técnicos

Foto: Rosario dos Santos

Ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta

Foto: Rosário dos Santos

A Angomédica, onde funciona actualmente a Central de Compras de Medicamentos e Meios Técnicos (CECOMA), afecto ao Ministério da Saúde, foi privatizada em 2014 a favor da Fundação Eduardo dos Santos (FESA).

A Central de Compras de Medicamentos e Meios Técnicos (CECOMA) paga, mensalmente, uma renda de três milhões e quinhentos mil kwanzas à SAINVEST, subsidiária da FESA, excluindo os custos de energia, água e manutenção do edifício.

A ministra da Saúde falava à imprensa, no final da visita do Presidente da República, João Lourenço, à Central de Compras de Medicamentos e Meios Técnicos (CECOMA), onde constatou o funcionamento dessa estrutura responsável pela aquisição e distribuição de medicamentos no país.       

Em 2005, o MINSA assinou um contrato de exploração da Angomédica com a SAINVEST em que a última deveria pagar 5 por cento da produção ao MINSA.

“Continuamos achar que a Angomédica ainda pertence ao Estado, é património do Estado e vamos trabalhar no sentido de averiguar e passar esta unidade para património do Estado (Ministério da Saúde)”, frisou.

Na óptica da ministra, a Angomédica tanta falta faz ao país.

Fez saber que, antes de 2005, a Angomédica funcionava em pleno e fabricava medicamentos essenciais e era uma mais-valia para a economia nacional e para o próprio sector da Saúde.

Disse que o Presidente da República ficou preocupado com a questão dos recursos humanos e a distribuição dos medicamentos aos pontos essências (hospitais do país).

Em declarações à Angop, o director do CECOMA, Jocelino Joel, informou que todos os meses faz-se a distribuição de medicamentos para todas as províncias do país (depósitos provinciais e posteriormente para os hospitais), além dos abastecimentos pontuais.

Nesta altura o depósito está abarrotado de medicamentos, ou seja, foram descarregados 164 contentores. Nos próximos dias serão descarregados mais 24 contentores que serão enviados para as províncias do Cunene, Huíla, Namibe, Benguela, Cuando Cubango e Malange.

A CECOMA, logística nacional do Ministério da Saúde, é a principal base de abastecimento de medicamentos para as unidades públicas de saúde do país.

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