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05 Dezembro de 2019 | 20h05 - Actualizado em 06 Dezembro de 2019 | 06h10

Economista reconhece melhoria no ambiente económico

Luanda - O economista Alves da Rocha considerou esta quinta-feira, em Luanda, que o ambiente económico que o país vive é melhor, comparativamente com o da década de 80, em que várias empresas faliram, por falta de capacidade técnica e de gestão empresarial.

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Ministro de Estado e Chefe da Casa de Segurança do Presidente da República, Pedro Sebastião, fala no II Colóquio Internacional sobre a História do MPLA-11

Foto: Rosário dos Santos

Economista Manuel Alves da Rocha, no II Colóquio Internacional sobre a História do MPLA

Foto: Rosário dos Santos

Ao falar sobre o tema “I Congresso Extraordinário do MPLA (1980) e as estratégias nos domínios político, económico e social”, Alves da Rocha sublinhou que o actual ambiente económico tem a vantagem de possuir uma base a iniciativa privada.

No II Colóquio Internacional sobre a História do MPLA, o economista falou igualmente sobre o programa de privatizações das empresas públicas em curso no país, alertando que se não haver eficiência, poderá fracassar.

Ainda sobre privatizações, o palestrante e economista Mário Nelson que apresentou “O II Congresso Ordinário do MPLA (1985) e o Programa de Saneamento Económico e Financeiro (SEF)”, lamentou que o programa tenha fracassado por “ambições pessoais”.

O SEF, segundo Mário Nelson, fracassou por ter havido resistência na aceitação da mudança da política económica do país.

Assumido como um dos protagonistas da criação do SEF, Mário Nelson lembrou que a implementação do programa se impunha na altura, para passar à uma economia de mercado.

No painel de hoje, o II do Colóquio, “desfilaram” no palco, palestrantes como Ngangolo Mbunda, representante da Namíbia, que agradeceu a contribuição de Angola na luta de libertação deste país do sudoeste de África.

Durante o tema “MPLA e a política para libertação da África Austral”, defendeu a eternização da data e transmissão dos conhecimentos da Batalha do Cuito Cuanavale aos jovens de ambos os estados.

Da África do Sul, veio Nathi Mthethwa, que falou do “MPLA e ANC na luta para a pacificação da África Austral”, tendo reconhecido o papel de Angola na eliminação do Apartheid e a libertação de Nelson Mandela, na África do Sul.

Desafiou os historiadores, e outros intelectuais, a eternizarem, em manuais escolares, a relação dos dois povos, a sua luta.

França Van-Dunem, Andrei Tokarev (Rússia), Pedro Sebastião, Pereira Furtado, José Torres (Cuba) emprestaram igualmente o seu saber no II colóquio do MPLA que termina esta sexta-feira.  

Assuntos Angola   MPLA  

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