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03 Dezembro de 2019 | 17h15 - Actualizado em 03 Dezembro de 2019 | 20h24

Tribunal condena ex-administradora do Chinguar a 12 anos de prisão

Cuito - A ex-administradora do Chinguar, Beatriz Napende Diniz, foi condenada segunda-feira a 12 anos de prisão por crimes de peculato, branqueamento de capitais e associação criminosa.

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Agostinho Calungo (esq.) e Beatriz Diniz (dir.)

Foto: Leonardo Castro

No mesmo processo está, igualmente, arrolado o ex-director municipal da Saúde, Agostinho Ndovala Calungo, condenado a dez anos de prisão.

Os réus prejudicaram o Estado angolano em 44 milhões, 279 mil e 886 kwanzas durante a sua gestão, de 2014 a 2018.

Beatriz Napende Diniz deverá restituir ao estado 12 milhões e 670 mil, enquanto Agostinho Ndovala Calungo vai devolver 12 milhões, 181 mil e 456 kwanzas.

Enquanto isso, Adérito Siliveli, ex-funcionário do Hospital Municipal do Chinguar e empresário, foi condenado a seis anos de prisão pelos mesmos crimes e por recebimento indevido de vantagens.

Agostinho Calungo, Beatriz Napende Diniz e Adérito Siliveli foram expulsos da função pública, bem como devem restituir ao Estado uma viatura nova de marca Toyota, modelo Hilux, em substituição de uma outra do mesmo modelo de que se apoderaram ilicitamente.

Nesse processo foram, também, arrolados outros dez co-réus, condenados apenas a restituir os fundos públicos de que se locupletaram.

O juiz da causa, Hélder Vicente da Silva, absolveu, por insuficiência de provas, a cidadã Alice Mauli Mango, ex-chefe de Secção da Saúde Pública do mesmo município (Chinguar).

A ex-administradora do Chinguar está a ser também julgada, desde 16 de Agosto, num outro processo, acusada de peculato, branqueamento de capitais, associação criminosa, falsificação de documentos, participação em negócios e tráfico de influência.

Assuntos Crime   Província » Bié  

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