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12 Março de 2019 | 22h24 - Actualizado em 12 Março de 2019 | 22h23

UA e CPLP consideram livres e transparentes eleições legislativas guineenses

Bissau (Dos enviados especiais) - As Missões de Observação Eleitoral da União Africana (UA) e da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) consideraram, em Bissau, que as eleições legislativas guineenses foram livres e transparentes e realizadas num clima de paz e serenidade.

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Guiné Bissau: Chefe da missão de observadores eleitorais da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), Luiz Pedroso

Foto: Nelson Malamba

Em conferência de imprensa, o Chefe da Missão de Observação Eleitoral da UA (MOEUA), Rafael Branco, declarou que as eleições legislativas decorreram num ambiente de paz, calma e serenidade, tendo sido livres e transparentes e recomendou à Comunidade Internacional a reforçar a assistência à Guiné-Bissau.

A MOEUA exortou, igualmente, a  todos a respeitarem o veredicto das urnas e, em caso de contestação dos resultados, por alguns partidos políticos, a utilizarem as vias previstas pela Lei.

O Chefe da Missão da MOEUA, ex-primeiro-ministro da República de São Tome e Príncipe, elogiou as condições em que decorreu a votação e o apuramento dos votos, destacando a participação activa da comunidade internacional e a presença “discreta” das forças de segurança.  

Por outro lado, com base no trabalho que desenvolveu, a Missão de Observação Eleitoral da CPLP considera que as eleições legislativas guineenses “decorreram em consonância com as práticas internacionais de referência, no respeito pelos princípios democráticos e direitos políticos consagrados na Constituição e da lei eleitoral do país”.

Na sua declaração preliminar, a Missão registou, com agrado, a elevada participação de mulheres no exercício do direito de voto, bem como a sua presença activa como membros das mesas, constituindo 46 por cento deste grupo nos locais observados.

O chefe da Missão de Observação Eleitoral da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), embaixador Luiz Villarinho Pedroso, felicitou o povo guineense pelo civismo e serenidade com que exerceu o direito de voto, considerando um importante contributo à boa governação, à estabilidade e ao desenvolvimento económico e social.  

 A Missão de Observação da União Africana é composta por 30 elementos, provenientes de 21 países da diversidade geográfica do continente.

Os observadores da União Africana fizeram a cobertura de nove regiões da Guiné-Bissau, nomeadamente a região de Bissau, Biombo, Bafatá, Oio, Quinara, Tombali, Cacheu e Bolama Bijagós.

Visitaram 143 mesas de voto, sendo 89 em zonas urbanas, representando 62 por cento da cobertura e 54 no meio rural, representando 38 por cento de cobertura.

Já a Missão de Observação Eleitoral da CPLP desdobrou-se em sete equipas, que cobriram as regiões de Bafatá, Cacheu, Biombo, Bissau, Gabu e Oio.

Os observadores da CPLP acompanharam a fase final da campanha eleitoral e o dia da votação, incluindo a abertura e o encerramento das urnas, a contagem parcial nas mesas das assembleias de voto, bem como o apuramento preliminar do escrutínio.

Mais de 761 mil eleitores guineenses foram chamados domingo às urnas, para eleger um novo Parlamento entre os candidatos apresentados por 21 partidos políticos.

A Comissão Nacional de Eleições da Guiné-Bissau divulga, esta quarta-feira, os resultados provisórios das eleições legislativas de domingo.

Assuntos Eleições  

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