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12 Abril de 2019 | 12h36 - Actualizado em 12 Abril de 2019 | 12h35

Novos secretários dos Comités de Acção devem ser pessoas respeitadas

Lubango - Os militantes do MPLA a serem eleitos ao cargo de primeiro secretário dos Comités de Acção devem ser pessoas com um perfil aceitável e respeitados pela comunidade, tendo em conta os desafios eleitorais que se avizinham, defendeu hoje, no Lubango, na Huíla, a vice-presidente do partido, Luísa Damião.

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Huíla: Luísa Damião - vice-presidente do MPLA - no lançamento das assembleias de balanço

Foto: Morais Silva

Ao dirigir o acto político que marcou o lançamento do processo das assembleias de balanço e renovação de mandatos, a nível das organizações de base, Luísa Damião instou os dirigentes a engajarem-se nesses eventos, desde que não estejam impedidos, nos termos dos estatutos do MPLA, já que se trata de um processo “sério e de elevada responsabilidade”.

Apontou que os candidatos nesse processo devem reunir alguns requisitos, como ter capacidade de diálogo e comunicação com as comunidades, ser elegível nos termos da lei, possuir boa conduta social, dominar os métodos e procedimentos de processos de direcção e liderança, aceitar e apoiar o programa de liderança do MPLA.

Segundo ela, as assembleias de balanço e renovação de mandatos, bem como as conferências dos órgãos intermédios vão constituir-se num momento histórico de afirmação do Presidente João Lourenço e de reafirmação da sua vontade de querer tornar o MPLA num instrumento fundamental de acção política de apoio e suporte as transformações políticas, económicas e sociais e, sobretudo, para o ambiente de moralização do país e dentro do próprio partido.

Sublinhou o MPLA é um partido que aprende rapidamente, sabe o que deve ser feito e está a fazer com “muita” responsabilidade para que seja cada vez mais uma organização dinâmica, forte e que consiga conquistar o coração dos angolanos.

“Temos dois grandes desafios pela frente, o primeiro tem a ver com as eleições autárquicas e o segundo as eleições gerais de 2022, que obrigam uma abordagem, raciocínio estratégico, muita disciplina, rigor, coesão e dinamismo dos nossos quadros para que as nossas estruturas tenham aceitam e continuem a crescer”, ressaltou.

Acrescentou que tendo em vista esses desafios o partido vem afinando a máquina, olhando para todo os cenários, com particular realce para a selecção dos candidatos, cuja metodologia para escolha e composição aos órgãos autárquicos já está estudada.

“Isso demonstra claramente uma grande inovação e a mudança de paradigmas que até então eram discriminatórios e que privilegiavam o amiguismos e o compadrio que iam contra os princípios da marca MPLA”, sublinhou.

Os candidatos a serem seleccionados para as autarquias devem ter uma elevada conduta ética e moral e capital notável, assim como gozar de prestígio na comunidade.

Por outro lado, Luísa Damião disse que o partido precisa, com rigor e de forma sistemática, realizar campanhas de crescimento massivo de o ingresso de novos militantes e continuar com o trabalho de revitalização dos comités de acção e nos locais de residência de modo a contribuir para o seu crescimento.

Realçou que, até o final de 2019, deve-se fazer o recrutamento de novos militantes de sectores da sociedade pouco representado no partido e de seguida promover ciclos de estudos para os novos membros para que sejam munidos da ideologia da organização.

“Os ventos de mudança que se verificam actualmente no nosso país não nos devem adormecer, nem envaidecer, pelo contrário representam uma oportunidade para trazer novos militantes ao partido, porque queremos militantes cada vez mais inspirados nos nossos princípios e valores, determinando na construção de uma Angola próspera, justa, de progressos social e fortemente convictos com a sua causa”, disse.

Acrescentou que os membros do partido devem ser os principais “arautos e protagonistas” na luta contra todos os males que travam o processo de desenvolvimento do país.

Assuntos MPLA   Província » Huíla  

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