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15 Abril de 2019 | 21h28 - Actualizado em 15 Abril de 2019 | 20h36

Governante lusa considera existirem condições objectivas para êxito de visita

Luanda - A ministra da Justiça de Portugal, Francisca Van-Dúnem, referiu que neste momento existem condições objectivas para êxito de visita a Angola, no período de 16 a 18 do corrente, que estará centrada no reforço da cooperação e melhoria dos sistemas de registo e de tramitação processual.

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Ministra da Justiça de Portugal, Francisca Van-Dúnem

Foto: ANTÓNIO COTRIM

De origem angolana, Francisca Van-Dúnem vem ao país cerca de dois anos após ter sido cancelada a sua primeira deslocação de trabalho ao país, pelo facto de na altura as autoridades angolanas terem considerado inoportuna.

Em entrevista à Televisão Pública de Angola (TPA), a propósito da visita e da cooperação no domínio da justiça entre os dois países, acrescentou que, “tal como já as considerava há dois anos atrás, obviamente estou muito contente com o convite e a expectativa é de que a visita corra bem”.

Francisca Van-Dúnem referiu-se ainda ao facto de os dois países possuírem um quadro amplo de cooperação no domínio da justiça.

Referiu que, nesta deslocação, será desenvolvido um trabalho no sentido da melhoria do sistema de registo e, na parte do judiciário, com a melhoria do sistema de tramitação.

Acrescentou que hoje em dia caminha-se, cada vez mais, para avanços no domínio da tecnologia, área onde a experiência portuguesa pode ajudar os angolanos, necessitando ela  que estejamos sempre actualizados.

Dai que, neste momento, técnicos portugueses estão a trabalhar em Angola para fazer o levantamento das necessidades, relativamente ao registos para a definição dos caminhos para os quais se vai avançar.

Já em relação aos serviços prisionais, a cooperação com Angola está ao nível da formação de guardas prisionais e da reinserção dos reclusos.

Sendo o Estado o responsável pela privação de liberdade este tem igualmente de criar as condições para que, uma vez em liberdade, estes consigam inverter os caminhos que os levaram a ilicitude.

Ao longo da entrevista, abordou ainda as razões que, enquanto cidadã, a levaram a Portugal, saída de Angola, bem como o significado da sua nomeação para o cargo para as comunidades dos países da CPLP em Portugal.

Assuntos Cooperação  

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