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24 Maio de 2019 | 17h55 - Actualizado em 24 Maio de 2019 | 17h55

Dirigentes do MPLA formados sobre autarquias locais

Benguela - Cento e 44 dirigentes do MPLA, na província de Benguela, foram capacitados esta sexta-feira sobre o processo de institucionalização das autarquias locais, numa acção promovida pelo comité local desta formação política.

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Militantes do MPLA (arquivo)

Foto: JOSÉ CACHIVA

Durante algumas horas, os participantes aprimoraram conhecimentos sobre a metodologia para a selecção e composição das listas de candidatos aos órgãos autárquicos, regulamento para as eleições internas dos candidatos do MPLA e funcionamento das autarquias.    

Falando na abertura do encontro, o 2º secretário provincial desta formação política, António Kapewa Kalianguila, disse que o seminário visou capacitar os quadros do partido sobre a institucionalização das autarquias locais e iniciar o processo de divulgação dos documentos reitores para a selecção dos candidatos do MPLA aos órgãos autárquicos.

De acordo com o político, o partido tem a missão de apresentar os candidatos para as futuras eleições autárquicas que tenham um perfil político invejável, de referência social e moral, munidos de competências técnicas e profissionais para servir o povo, e não aqueles que procuram apenas se servir do processo.

“Precisaremos de candidatos comprometidos com o lema “o mais importante é resolver os problemas do povo. Para que tal seja alcançado, será necessário uma selecção rigoroda e criteriosa dos mesmos, sem amiguismo, compadrio e tráfico de influências”, disse o 2º secretário.

Para o dirigente, o MPLA defende a realização de eleições internas para a escolha dos candidatos que vão concorrer às autarquias. “Farão parte da equipa, os melhores quadros que o partido tem”, enfatizou.

Para António Capewa Calianguila, com o espírito de unidade, coesão, trabalho abnegado, disciplina e maturidade política que sempre nortearam a família MPLA, os seus candidatos estarão em condições de concorrer e vencer as eleições em todos os municípios, na base do gradualismo territorial ou geográfico.

As primeiras eleições autárquicas em Angola estão agendadas para 2020.

O governo defende um modelo baseado no gradualismo territorial, numa fase experimental, cujos critérios de selecção dos municípios será feito pela Assembleia Nacional, com uma Lei própria a ser criada para o efeito.

A oposição quer que as eleições autárquicas sejam implementadas com base na simultaneidade, ou seja, em todos os municípios do país ao mesmo tempo, sendo que as competências podem ser transferidas de forma paulatina (gradualismo funcional).   

O encontro, que foi orientado por responsáveis para área política e de quadros do comité provincial do Mpla, contou com a participação dos primeiros e segundos secretários municipais do partido, OMA e OPA, bem como membros de algumas organizações filantrópicas.

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