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11 Setembro de 2019 | 18h54 - Actualizado em 11 Setembro de 2019 | 19h42

Comandante desafia PRS a provar acusações

Dundo - O comandante provincial da Polícia Nacional na Lunda Norte, Alfredo Quintino, desafiou hoje, terça-feira, o Partido de Renovação Social (PRS) a provar as acusações feitas contra os efectivos destacados na vila mineira de Calonda, segundo as quais, maltratam e intimidam a população.

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Um ângulo da cidade do Dundo, capital provincial da Lunda Norte (arquivo)

Foto: Angop

Na segunda-feira, o secretário do PRS na Lunda Norte, Domingos Lote, afirmou em conferência de imprensa, que os efectivos da corporação e outras forças actuam de forma “excessiva e arbitrária” revistando permanentemente os cidadãos que se deslocam às lavras.

O político denunciou que no local alguns efectivos incentivam o garimpo e a emigração ilegal, em troca de favores.

Em reacção, o comandante da Polícia Nacional considerou as acusações como sendo uma ''táctica'' para desmotivar os efectivos que trabalham no local e evitam que Calonda volte a ser um lugar privilegiado para a exploração ilegal de diamantes.

Fez saber que antes do início da operação transparência, 85 por cento da população daquela localidade dedicava-se à exploração ilegal de diamantes, daí o reforço dos efectivos para combater em definitivo este fenómeno.

“Não batemos ninguém, não maltratamos e não intimidamos ninguém, e se o fizemos, desafio o PRS a apresentar vítimas”, desafiou.

Esclareceu que Calonda é praticamente uma zona restrita e não pode haver pessoas alheias ao projecto mineiro a circularem, sobretudo nas áreas limitadas para a exploração de diamantes.

Denunciou que os cidadãos que se dedicam ao garimpo o fazem no período nocturno, o que motiva os órgãos de defesa e segurança a redobrarem as medidas de segurança, para manter ordem no local.

Informou que nas revisitas feitas, os efectivo já encontram alguns cidadãos que alegavam ir às lavras, com diamantes escondidos.

Quanto ao auxílio à exploração e emigração ilegal, disse não haver até agora nenhum registo, mas apela à população a denunciar, em caso de ocorrência, a fim de serem responsabilizados.
 

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