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09 Setembro de 2019 | 19h19 - Actualizado em 09 Setembro de 2019 | 19h23

FAA reafirmam intervenção em operações de paz

Luanda - O Chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas Angolanas (CEMG/FAA), Egídio de Sousa Santos, reafirmou nesta segunda-feira, em Luanda, a disponibilidade das tropas intercederem em operações de manutenção da paz e de ajuda humanitária, no quadro regional e continental.

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Homens e meios da Força Aérea Nacional de Angola

Foto: Clemente dos Santos

Chefe de Estado-Maior General das FAA, Egídio de Sousa Santos

Foto: Clemente dos Santos

A alta patente militar discursava no acto de abertura do “Exercício da Série Felino 2018/2019”, que decorre até o dia 27 deste mês, na comuna do Cabo Ledo, província de Luanda.

A operação, terceira do género que Angola acolhe, conta com mil e 500 efectivos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).   

No âmbito dos compromissos internacionais, as FAA integram a Força Africana em Estado de Alerta, com destaque à Força Multinacional da África Central e da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC).

No exercício em curso, Egídio de Sousa Santos espera que as FAA consolidem, ao lado dos representantes de outros exércitos, a sua capacidade de intervenção em operações de manutenção da paz e de ajuda humanitária.

O Chefe de Estado-Maior General das FAA referiu que a componente militar angolana, a única que integrou todo o contingente, por ser organizadora, vai estender a sua acção à preparação e prontidão das Forças Regionais em Alerta.

Diferentes das edições anteriores, em que se reuniam soldados dos Estados-membros, na presente edição participam apenas oficiais dos Estados da CPLP, num total de 72.

Na região de Cabo Ledo estão oficiais de Angola, do Brasil, de Cabo Verde, da Guiné-Bissau, Guiné-Equatorial, de Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste.  

De carácter bianual, o Exercício Felino deste ano decorre sob o “Operações de Apoio à Paz e Ajuda Humanitária”.

A presente edição contempla, entre outros actividades, a gestão de crises, escolta a comboios humanitários, reconhecimento, manobras com meios aéreos, segurança de altas entidades e evacuações médicas.

Assuntos FAA   Política  

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