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11 Outubro de 2019 | 10h51 - Actualizado em 11 Outubro de 2019 | 10h46

Moçambique/Eleições: Acordo de Paz garante normalidade, diz Renamo

Maputo (Dos enviados especiais) - O Acordo de Paz e Reconciliação Nacional, assinado no dia 6 de Agosto deste ano entre o governo de Moçambique e a Resistência Nacional Moçambicana, deve servir de garantia para que as eleições do próximo dia 15 decorram com normalidade, segundo a Renamo.

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Em declarações à Angop,  hoje (sexta-feira), em Maputo, a directora do Gabinete Eleitoral do partido Renamo, Maria Joaquina afirmou que o referido entendimento mostra aos moçambicanos os caminhos para a uma melhor convivência na diferença de opiniões para o bem do país.

Referiu que apesar de existir ainda algumas pessoas incrédulas quanto ao processo democrático, a Renamo tudo está a fazer para que elas acreditem na irreversibilidade da paz e da democracia em Moçambique.

“Apesar de ainda notarmos em alguns pontos do país acontecimentos menos bons para a democracia, a Renamo acredita que serão ultrapassados com o tempo”, sublinhou.  

O partido, prosseguiu, está profundamente empenhado e comprometido com a paz efectiva e duradoura em todo o espaço do território de Moçambique.

Questionada sobre as expectativas do partido quanto as eleições do dia 15, Maria Joaquina afirmou que, contrariamente aos pleitos anteriores, a Renamo apenas pensa em vitória, porque, segundo disse, o país clama por mudanças.

“Anima-nos o facto de notarmos nos rostos dos eleitores a vontade de mudar o rumo do país, o desejo de entrar-se numa nova era: a era do progresso e da prosperidade”, sublinhou.

A Renamo, maior partido da oposição disputará o pleito, pela primeira vez, sem o seu líder histórico, Afonso Dhlakama, falecido em 2018, por doença, e sucedido por Ossufo Momade.

Para o pleito do dia 15, a Comissão Nacional Eleitoral (CNE) de Moçambique inscreveu 12 milhões 945 mil 921 eleitores.

Assuntos Moçambique  

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