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04 Janeiro de 2020 | 16h55 - Actualizado em 04 Janeiro de 2020 | 16h55

Massacre da Baixa de Cassanje desperta nacionalistas angolanos

Ondjiva - O massacre da Baixa de Cassanje de 4 de Janeiro de 1961, em Malanje, despertou a consciência dos nacionalistas angolanos, em libertar o povo contra o colonialismo, considerou hoje, sábado, na comuna da Mongua, a vice-governadora para o Sector Político, Social e Económico da província do Cunene, Soraya Mateus Kalongela.

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Ao falar no acto local alusivo aos 59 anos da Repressão da Baixa de Cassanje, que se assinala hoje (4), Soraya Mateus Kalongela disse que a data marcou o início de uma revolta contra a ocupação colonial portuguesa, perpetrada por heróicos camponeses em defesa da sua liberdade.

Explicou que a revolta começa quando os camponeses decidiram arrancar as plantações de algodão, devido aos maus tratos e baixos salários impostos pelos portugueses que disparavam contra a classe pobre.

“O patriotismo e a coragem dos heróis da Baixa de Cassanje, deve servir de reflexão dos jovens sobre as conquistas duramente alcançadas pelo povo angolano, que concorreram para a conquista da Independência Nacional, a 11 de Novembro de 1975”, afirmou.

A governante apelou a juventude a seguir o bom exemplo daqueles defensores da angolanidade, com vista a persevarem o espírito nacionalista, a paz, a unidade nacional e o bem-estar social dos angolanos.

Soraya Mateus Kalongela sublinhou que apesar da crise económica que o país enfrenta, o Executivo tem estado a traçar políticas para o relançamento da economia, com o objectivo de proporcionar melhores condições de vida do povo angolano.

O 4 de Janeiro de 1961 representa a chacina que aconteceu na região algodoeira da Baixa de Cassanje, em que foram vítimas centenas de camponeses angolanos pelos colonialistas portugueses, por reivindicação dos seus direitos, abolição do trabalhado forçado, isenção de pagamentos de impostos e baixo preço da venda do algodão.

Assuntos Província » Cunene  

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