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22 Maio de 2020 | 16h31 - Actualizado em 22 Maio de 2020 | 16h32

Responsável apela rigor no combate ao garimpo de diamantes

Dundo - O coordenador adjunto do posto avançada da Operação Transparência, comissário Mário Queiroz, apelou hoje, sexta-feira, aos órgãos de defesa e segurança, na província da Lunda Norte, para o reforço das medidas de vigilância e controlo das zonas com maior incidência de exploração ilegal de diamantes, vulgo garimpo, por se constituir um imperativo.

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Zona em que se realizava exploração ilegal de diamantes na Lunda Norte

Foto: Henri Celso

O oficial fez este apelo durante uma reunião operativa com os responsáveis dos órgãos de defesa e segurança, à margem da sua visita de trabalho à província da Lunda Norte, para avaliar o nível de prontidão das forças nesta região, no âmbito da Operação Transparência.

Na ocasião, o responsável reiterou que a exploração ilegal de diamantes em nada contribui para o desenvolvimento da economia nacional e tem sido uma das principais atracções para a imigração ilegal.

“Nesta fase, tendo em conta a subida de casos positivos da COVID-19 em Angola e nos países vizinhos, é necessário que os órgãos de defesa redobrem o esforço para impedir qualquer tentativa de retomada da actividade de garimpo nas áreas tradicionais, designadamente Catximo, Mussolobela e Calonda, que já estão livres dessa prática”, salientou.

Recentemente, os órgãos de defesa e segurança dispersaram um grupo de mais de 500 garimpeiros, maioritariamente congoleses, que invadiram a concessão de Mussolobela, no município de Cambulo, pertencente à Sociedade Mineira de Chitotolo, para prática do garimpo.

Este facto, sobretudo neste período de Estado de Emergência, em que está proibida a circulação nas fronteiras devido à Covid-19, obrigou os órgãos a adoptarem medidas de segurança urgentes, no sentido de impedir que cenários idênticos voltem a acontecer, colocando em risco a situação epidemiológica do país.

Nas últimas 24 horas, 44 cidadãos da RDC foram detidos e repatriados por tentativa de violação das fronteiras de Chissanda, Camilondo, Cambamba, Lupemba, Muacanhica, Furi-3 e Marco-16.

A "Operação Resgate", iniciada em Dezembro de 2018, visa o combate à criminalidade, imigração ilegal, transgressões administrativas e outras situações que influenciam negativamente na segurança pública.

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