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04 Dezembro de 2018 | 14h19 - Actualizado em 04 Dezembro de 2018 | 14h16

Ministro quer redução de custos das empreitadas públicas

Lubango - O Ministério da Construção e Obras Públicas está a trabalhar para reduzir os custos das empreitadas e uma gestão mais eficaz da coisa pública, disse no Lubango o titular da pasta, Manuel Tavares de Almeida.

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Huíla: Obras de infra-estruturas integradas do Lubango

Foto: Manuel Fernandes

O governante que interveio, nesta segunda-feira, no encerramento do II Conselho Consultivo da Instituição que dirige, enquadrado nas comemorações do Dia do Construtor Angolano, assinalado (03 de Dezembro), disse que os técnicos do sector não podem estar alheios ao novo contexto, por isso pediu “insistentemente” para que se adaptem às novas políticas do Estado.

Acrescentou que um “bom” projecto executivo deve ser elaborado para que sirva de peça importante no processo de concursos e permita a elaboração de um orçamento justo em ambas as partes.

Apesar do contexto prevalecente ser menos favorável pelas razões do baixo preço de petróleo no mercado internacional, agravada pelo valor da dívida total acumulada, a taxa de crescimento do sector da construção e obras públicas tem patenteado uma trajectória estável nos últimos três anos, com um crescimento médio de 2,4 porcento e prevendo-se para 2019, um crescimento de 2%, disse o governante.

Todavia, prosseguiu, o desempenho deste sector está intimamente associado à dinâmica da despesa de capital que, nos últimos cinco anos, reduziu o Orçamento do Programa de Investimento Público do sector em um quinto, isto é, passando de quatro mil milhões de dólares norte-americanos para 800 milhões de USD.

“Estes financiamentos têm sido afiançados por parceiros económicos através de linhas de crédito com a China que suportam a importação de bens e serviços fornecidos pelas empresas deste país, a linha de Crédito com Portugal e outras linhas de créditos com outros países como Alemanha e Holanda destinam-se também para apoiar os bens e serviços das empresas dos seus países”, revelou.

“O país vive hoje um novo ciclo político desafiador, mas tão natural quanto a evolução da sua própria história, a evolução das sociedades modernas e dos acontecimentos internacionais, daí a necessidade dos funcionários das Construção e Obras Públicas, a adaptarem-se face a esta realidade”, disse.

Assegurou que é única via encontrada para que o país ganhe credibilidade no contexto internacional e, por um lado, os profissionais devem ser participes, proactivos nas práticas de governação participativa e inclusiva, buscando maior interacção com a população, com os empresários, com as organizações da sociedade civil e serem mais comunicativos e transparente nos actos administrativos de interesse público.

“Por outro lado, devemos também trabalhar no sentido de enquadrar as nossas acções no contexto macro-económica actual, buscando realizar mais com poucos recursos, ou seja, com mais produtividade”, reforçou.

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