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25 Agosto de 2018 | 03h31 - Actualizado em 27 Agosto de 2018 | 17h50

Pagamento condiciona obras na travessa da Comandante Gika

Luanda - As obras de requalificação do sistema de águas pluviais, melhoria do pavimento, passeios e reposição de lancis, na primeira travessa da Avenida Comandante Gika, distrito da Maianga, em Luanda, foram interrompidas por falta de pagamento.

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Pormenor da Rua Comandante Gika

Foto: Henri Celso

À Angop apurou junto de uma fonte da Unidade Técnica de Gestão de Saneamento de Luanda (UTGSL) que a empreitada a cargo da construtora Odebrecht - Engenharia e Construção Internacional, aberta no inicio de 2017, não está concluída devido ao actual momento de dificuldade económica que o país vive.

A fonte disse terem garantias do Governo Provincial de Luanda (GPL) de que contactos estão em curso, junto do Ministério da Finanças (MINF), no sentido de serem alocadas verbas para o retorno dos trabalhos no mais curto espaço de tempo.

Precisou que a recuperação do sistema de drenagem das águas pluviais é da  responsabilidade da Unidade Técnica de Gestão de Saneamento de Luanda (UTGSL)  cabendo a Odebrecht outros trabalhos técnicos.

À Angop constatou na rua, com apenas um sentido de rodagem, alguns meios técnicos da empresa construtora, mas sem a presença dos trabalhadores , assim como alguns obstáculos que impedem os automobilistas e peões de se aproximarem das valas e sarjetas abertas.  

A única faixa de rodagem encontra-se extremamente degradada, criando constrangimentos aos automobilistas e transeuntes que frequentam diariamente área que dispõem de vários serviços e uma vasta superfície de um supermercado.

Para o taxista António José João Albino, de 30 anos de idade que há dois anos elegeu a zona para efectuar o seu trabalho, a paralisação das obras está a criar constrangimentos e dificulta a movimentação dos automobilistas.

Apelou aos encarregados pela empreitada no sentido de, com brevidade, concluírem os trabalhos que também complica a vida dos transeuntes.

Já o transeunte Teodoro Armando, 25 anos de idade, disse que a interrupção das obras está a criar muito embaraço na circulação do trânsito, bem como na movimentação das pessoas que não conseguem usar o passeio, devido ao estacionamento de viaturas naquele espaço.

O morador da área Kimvula Adão, de 41anos de idade, afirmou que é um transtorno a paralisação dos trabalhos, visto que a via ficou com um sentido único, que na sua opinião complica as manobras dos automobilistas e está a dar uma má imagem na zona.

Apelou ao Governo Provincial de Luanda para pressionar o empreiteiro para a conclusão da obra, que vai ajudar na fluidez do trânsito e melhorar a imagem da rua, que da acesso a um hotel do bairro Alvalade.

O distrito, cuja denominação histórica provém da existência de duas cacimbas (Maianga do Rei e Maianga do Povo), tem a sua sede no bairro do Prenda, zona do Cassenda.

No âmbito da desconcentração administrativa, ocupa uma posição estratégica na vertente económica e política na província de Luanda.

A localidade confina-se a Norte com os distritos urbanos da Ingombota e Rangel, a Sul com a Samba e a Leste com o Kilamba Kiaxi e possui uma população estimada em 852 mil e 571 habitantes.

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