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30 Julho de 2020 | 14h42 - Actualizado em 30 Julho de 2020 | 14h40

Macro-drenagem apontada como solução para lagoa do Luongo

Catumbela - A implementação de um projecto estruturante de macro-drenagem é a solução para estancar uma lagoa recente na zona do Luongo, município da Catumbela (Benguela), formada desde a interrupção de uma passagem hidráulica no local, soube hoje, quinta, a Angop.

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Segundo o administrador comunal do Gama, Armindo Chipuco, urge ainda a construção de uma vala de drenagem para escoar as águas estagnadas para a lagoa natural do Bairro de São Pedro e dali para o rio Catumbela.

Enquanto se aguardam por essas soluções, o responsável defende, para já, que seja instalada uma moto-bomba na zona do matadouro para a sucção do volume de águas para outra passagem hidráulica por detrás do estaleiro da empreiteira CR20, junto à estação ferroviária do Negrão.

Armindo Chipuco encara a existência dessa lagoa na zona do matadouro, junto à antena de uma operadora de telefonia móvel, na chamada "Terra Vermelha", como resultado de uma acção humana, face à transferência das águas de uma bacia de retenção.

“As razões desta acção prendem-se com a interrupção do antigo canal da estação ferroviária do Negrão que, por altura das obras de reabilitação por parte da empresa chinesa CR20, ficou totalmente inoperante”, lembrou.

Também o director do Gabinete Técnico para Infra-estruturas e Ordenamento do Território da administração municipal da Catumbela, Osvaldo Simba, aponta o dedo à empresa CR20, que, ao reabilitar o troço ferroviário, acabaria por fechar uma passagem hidráulica, assim dificultando a passagem das águas pluviais.

Como consequência, disse, as águas, agora sem passagem para o outro ponto da Estrada Nacional EN100, começaram a acumular-se na Terra Vermelha, originando uma lagoa que, aos poucos, avança e cria transtornos aos munícipes.

A isso junta-se, segundo Osvaldo Simba, a existência de uma rotura já identificada numa das condutas de água que passam pela Terra Vermelha, o que está a contribuir para a progressão paulatina da lagoa.

Porém, frisou que já decorrem estudos técnicos, em conjunto com a Empresa de Águas e Saneamento do Lobito (EASL), para mitigar a situação, com a retirada das águas para um outro ponto.

A lagoa do Luongo, que tem vindo a dificultar os munícipes da Catumbela de desfrutarem de uma zona de recreação adjacente ao matadouro de abate de bovinos, existe desde que a chinesa CR20 reabilitou o Caminho-de-Ferro de Benguela (CFB) e, nomeadamente, fechou uma antiga passagem hidráulica (PH).

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