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01 Julho de 2012 | 20h36 - Actualizado em 02 Julho de 2012 | 00h51

Países devem criar políticas e estratégias para os deficientes - OMS

Saúde

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Segundo a OMS, há 1 bilhão de pessoas a viver com algum tipo de deficiência

Foto: Angop

Luanda – O representante da Organização Mundial da Saúde (OMS), Ekeke Monono, afirmou hoje em Luanda, que os países devem criar politicas e estratégias para suprir as necessidades de Portadores Com Deficiência (PCD).

O representante da OMS, fez este pronunciamento na Expo-Lwini/2012, no Salão Internacional de Saúde, Bem-Estar e Ajudas Técnicas para Pessoas com Deficiência em Angola, que decorreu de 29 de Junho a 1 de Julho, sobordinada ao tema "Compreendendo a deficiência e como reduzir as suas consequências".

"A elaboração de políticas deve ter sempre em conta a necessidade dos PCD ou ainda com políticas e normas existentes, mas infelizmente não tem sido aplicadas ", sublinhou Monono.

Neste âmbito, disse que as atitudes negativas (Estigma), crenças e preconceitos que constituem barreiras aos cuidados de saúde, educação, emprego e protecção social, são particularmente vulneráveis a prestação de serviços como saúde, reabilitação e assistência aos deficientes.

Segundo Ekeke Monono, os problemas com a prestação de serviços e má coordenação de serviços, recursos humanos insuficientes e fraca competências do pessoal podem afectar a qualidade, acessibilidade e adequação dos serviços para pessoas com deficiências.

Fez notar que a OMS apoia os países para melhorar a vida dos PCD através da realização de uma série de actividades para evitar lesões e para atenuar consequências especialmente as deficiências, que incluem trabalho de prevenção das lesões não intencionais, principalmente os acidentes de trânsito, quedas, queimaduras, afogamentos e envenenamentos, prevenção da violência, incluindo no seio da família, e violência sexual, violência juvenil e violência na comunidade.

O palestrante disse por outro lado, que a OMS apoia igualmente os países, no sentido de melhorar os cuidados de emergência e reabilitação das vítimas de lesões, apoiando na elaboração das Políticas e Planos que visa a inclusão das Deficiências nas políticas nacionais.

Segundo o representante da OMS, existe poucos dados sobre deficiência, mas indicou que há 1 bilhão de pessoas a viver com algum tipo de deficiência e 110 a 190 milhões de pessoas com dificuldades significativas no funcionamento.

Refere-se que a deficiência é um termo genérico para incapacidades, limitações de actividade e restrição de participação.