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25 Abril de 2016 | 12h34 - Actualizado em 25 Abril de 2016 | 14h00

Moxico: Auto-medicação origina resistência no tratamento do paludismo

Luena - A população da cidade do Moxico foi aconselhada hoje, segunda-feira, no Luena, a evitar a auto-medicação por causar consequências graves à saúde humana e resistência ao tratamento do paludismo e outras doenças.

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Moxico: Director do Hospital Geral, Ruben Pedro Inácio

Foto: Angop

O conselho foi dado pelo director do Hospital Geral do Moxico (HGM), Ruben Inácio, no quadro das celebrações do Dia Mundial de Combate ao Paludismo (25 de Abril), reforçando que tal prática se tornou endémica nas comunidades.

Disse que a ingestão de pequenas doses causam resistência no tratamento da malária, dando origem a casos graves, como a overdose que termina em mortes e outros males.

Para o responsável, é necessário que os pacientes procurem com urgência a unidade sanitária mais próxima em caso de mau estar, evitando ingestão e medicamentos sem receita médica.

Reiterou a necessidade dos moradores limparem os quintais, cuidarem do saneamento do meio, assim como a protecção colectiva e individual das pessoas, para prevenir-se a incidência da doença nas comunidades locais.

O Hospital Geral do Moxico registou durante o primeiro trimestre do ano em curso mais de dez mil casos de malária, dos quais mais de 80 terminaram em óbitos.

O Dia mundial de Combate ao Paludismo foi instituído pela Assembleia Mundial da saúde na sua sexagésima sessão em Maio de 2007, para reconhecer o esforço global para o controlo efectivo da malária, de acordo com dados da OMS desde 2000 as taxas de mortalidade da malária caíram mais de um quarto globalmente e mais de um terço em África.

No entanto, a OMS considera que estes ganhos são frágeis e podem perder-se a não ser que a luta contra a malária continue a ser uma prioridade para os decisores e doadores a nível internacional, regional e nacional.

Assuntos Província » Moxico   Saúde  

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