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07 Dezembro de 2018 | 13h49 - Actualizado em 07 Dezembro de 2018 | 13h49

Minsa e enfermeiros prosseguem negociações

Luanda - O Ministério da Saúde (Minsa) e o Sindicato dos Enfermeiros de Angola sentam à mesa na segunda-feira, 10, para continuar a abordar os pontos constantes no caderno reivindicativo apresentado pelos profissionais do sector.

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Desde a apresentação do caderno reivindicativo, depois da assembleia dos enfermeiros realizada a 5 de Outubro deste ano, as duas partes tiveram já três encontros de concertação e de procura de consenso. A última reunião aconteceu quinta-feira, 6, e terminou sem consenso.

No caderno reivindicativo consta, entre outros assuntos, a transição dos profissionais de enfermagem da antiga carreira para actual, a transição dos auxiliares habilitados com o curso de promoção para as categorias de técnico de enfermagem, a realização de concurso público interno para os técnicos que aumentaram os níveis académicos na área e o aumento salarial.

O secretário-geral do Sindicato dos Técnicos de Enfermagem de Luanda, Cruz Matete, avançou, nesta sexta-feira, à Angop ser necessário que se aborde, antes de qualquer negociação,  o primeiro ponto relacionado com a redução dos níveis salariais, dentro da linha estabelecida na carreira, passando de 254 para 107.

Segundo o responsável, o  Minsa  alegava não ter bases  palpáveis  e provas para conduzir algumas discussões  que levassem a moderação e consenso.

Garantiu estarem abertos para diálogo, acrescentando, no entanto, que, se até ao dia 17 do corrente não se obtiver os resultados desejados será accionada a greve da classe a nível nacional.

O novo regime da carreira de enfermagem, que entra em vigor a partir de Janeiro de 2019,  determina as funções dos profissionais de saúde a nível do país, bem como os deveres e obrigações dos técnicos de enfermagem.

Contempla, na sua estrutura, os escalões de duplos turnos, não atende o regulamento dos subsídios e incentivos aplicados aos profissionais de enfermagem, bem como não contempla a avaliação de desempenho dos profissionais de enfermagem e dos cargos de direcção e chefia.

O Sindea tem um total de 23.875 enfermeiros filiados.

Assuntos Angola  

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