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11 Janeiro de 2019 | 15h16 - Actualizado em 11 Janeiro de 2019 | 15h15

Observatório quer adiamento das eleições na Ordem dos Médicos de Angola

Luanda - Os candidatos ao cargo de bastionário da Ordem de Médicos de Angola (OMA) solicitaram nesta sexta-feira, em Luanda, a prorrogação do prazo para a formação das comissões eleitorais provinciais.

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O acto eleitoral na OMA, cujo vencedor vai substituir o também médico Carlos Pinto, está marcado para Fevereiro de 2019.

Para o novo mandato concorrem quatro candidatos: Elisa Gaspar, Mauro Freitas, Mateus Bettencourt e Luís Pascoal.

O porta-voz do Observatório Médico, Jeremias Agostinho, que falava em conferência de imprensa, avançou que os incumprimentos dos pressupostos legais, tais como a não publicação, até ao dia três de Janeiro, das listas dos concorrentes, bem como a não realização do acto nas demais províncias.

“Até ao momento não se sabe quem são os candidatos cujas propostas foram aprovadas e a ordem dos boletins de voto”, salientou.

Apontou ainda a não publicação dos cadernos eleitorais com os dados da população votante,  avançando que este mês devia começar a campanha eleitoral.

De acordo com também médico, os três candidatos conhecidos até ao momento: Mário Frestas, Elisa Gaspar e Mateus Betencourt, estão impossibilitados de fazer campanha devido as irregularidades e inconformidades.

Jeremias Agostinho denunciou, no entanto, o facto de Luís Pascoal, candidato apoiado pela actual direcção, estar a fazer campanha, violando a lei eleitoral.

O regulamento é omisso no que toca a impossibilidade de voto por falta de quotas, mas, segundo Jeremias Agostinho, a comissão eleitoral alega que o não pagamento impede o votante de exercer o seu direito.

Estão inscritos na Ordem dos Médicos 6.479 profissionais, sendo 5.491 angolanos e 988 estrangeiros.

Assuntos Angola  

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