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31 Janeiro de 2019 | 11h05 - Actualizado em 31 Janeiro de 2019 | 11h20

Luanda intensifica luta contra vector da malária

Luanda - O Governo Provincial de Luanda vai, de 5 a 28 de Fevereiro, intensificar a luta anti-vectorial da malária em todos os municípios da capital angolana, para reduzir o impacto da doença na população.

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Medida vai reduzir o impacto da doença na população

Foto: Pedro Parente

Segundo a directora do Gabinete Provincial da Saúde, Rosa Bessa, com o aproximar do período das chuvas aumentam os charcos e lagoas, proporcionando a proliferação de larvas e mosquitos, principais transmissores da febre amarela, malária, dengue, chikungunya e zika.

Acrescentou que, durante o ano de 2018, Luanda registou um milhão 179 mil e 415 casos, com mil e 80 óbitos, sendo assim urge a necessidade de intensificar-se a luta contra o vector.

Denominada, "Operação Malária", a campanha anti-vectoral abarca a promoção do uso de mosquiteiros tratados, tratamento correcto dos casos, pulverização intra-domiciliar com insecticida, gestão dos criadouros de larvas, fumigação, palestras, debates radiofónicos e televisivos, bem como sensibilização porta-a-porta

O acto de lançamento da campanha terá lugar no município do Kilamba Kiaxi, em acto a será presenciado pelo governador da província Sérgio Luther Rescova.

Em Angola, a malária é a primeira causa de morte, consultas médicas e de absentismo laboral e escolar, constituindo uma das principais causas de morbi-mortalidade perinatal, aborto, parto prematuro, de baixo peso ao nascer, de anemia em mulheres grávidas e de mortalidade materna.

Ela ainda representa cerca de 35 por cento da demanda de cuidados curativos, 20% de internamentos hospitalares, 40% de morte perinatais e 25% de mortalidade materna.

Assuntos Serviços de saúde  

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