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28 Dezembro de 2019 | 10h32 - Actualizado em 28 Dezembro de 2019 | 12h49

Níveis de prevalência de HIV-Sida reduzem no Cuanza- Norte

Ndalatando - A província do Cuanza Norte registou uma redução dos níveis de prevalência do VIH-Sida de 3,2 (em 2018) para 2,35 (em 2019), fruto das acções das autoridades locais viradas ao reforço de sensibilização e da assistência às pessoas portadoras da doença.

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Dados do gabinete provincial da Saúde a que a Angop teve acesso, indicam um balanço provisório de 2019, que apontam o registo de 863 novos casos positivos de VIH-Sida fruto de 36.331 testes da doença realizados durante o ano.

A fonte refere que em 2018, a província havia registado 890 casos positivos de VIH-Sida com saldo de 19 óbitos.

Segundo o balanço, as autoridades sanitárias do Cuanza Norte consideram ter a situação do VIH-Sida sob controlo, fruto de um trabalho intenso de sensibilização em curso junto das comunidades em idade reprodutiva.

A par do síndrome de imunodeficiência humana, a malária com 168. 475 casos registados e 227 óbitos, seguido da tuberculose com 671 casos diagnosticados e 19 óbitos e a tripanossomíase com  12 casos são apontadas como as patologias mais letais na província.

Para o asseguramento da assistência médica às populações, o sector conta um quadro de 136 unidades de saúde, com destaque para quatro hospitais, 20 centros de saúde, 106 postos médicos que congregam um universo de 1.202 camas.

O funcionamento das referidas unidades é assegurado por 1.789 profissionais de diversas áreas, entre os quais 28 médicos ( 20 nacionais e oito expatriados),  875 enfermeiros, 103 técnicos de diagnóstico e terapêutica, sete técnicos superiores de saúde, 409 trabalhadores de apoio hospitalar e 302 administrativos.

Apesar do quadro de pessoal expresso, as autoridades sanitárias aludem que a província carece de pelo menos 3.165 novos profissionais a distintos níveis para o funcionamento pleno das unidades existentes que clamam por ambulâncias e obras de manutenção.

 

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