Angop - Agência de Notícias Angola PressAngop - Agência de Notícias Angola Press

Ir para página inicial
Luanda

Max:

Min:

Página Inicial » Notícias » Saúde

07 Março de 2019 | 23h51 - Actualizado em 07 Março de 2019 | 23h54

Saúde pública quer melhoria de informação sanitária no país

Luanda - Uma das metas das autoridades sanitárias do país é a melhoria do fluxo de informação em cada província, bem como a elaboração do manual de formação sobre as Doenças Tropicais Negligenciadas (DTN) até Dezembro deste ano.

Envia por email

Para compartilhar esta notícia por email, preencha os dados abaixo e clique em Enviar

Corrigir

Para reportar erros nos textos das matérias publicadas, preencha os dados abaixo e clique em Enviar

Segundo especialistas em Saúde Pública reunidos hoje, em Luanda, para abordar a situação das DTN em Angola, é preciso integrar, a nível do país, outros programas e parceiros, como a vigilância epidemiológica, saúde ambiental, promoção para saúde, Ministérios do Ambiente, Educação, Comunicação Social, Ciências, Tecnologia e Inovação, Instituto Nacional de Investigação de Saúde e os sectores de Água e Saneamento

Consideram igualmente que o Programa de Doenças Tropicais Negligenciadas deve trabalhar em colaboração com o Colégio de Dermatologia, além do manual de formação sobre o manejo de caso e outro de campanhas, gestão de programas.

Foi anda recomendada a necessidade da elaboração de instrumentos para recolha de dados e inserção na base de dados (DHS2), numa acção que inclui plano de formação de formadores, redefinição do papel do ADECOS para contribuir na promoção da saúde.  Localmente, os peritos sugeriram a realização de um encontro provincial sobre doenças tropicais negligenciadas para apresentação do seu ponto de situação, sem esquecer a criação de condições técnicas para o mapeamento.

Apesar da situação das DTN não ser conhecida na plenitude a nível do país, os participantes do encontro concluíram que elas são ainda um problema de saúde pública, devido a incidência e prevalência de casos apresentados.

Como exemplo em 2017, na província do Uige, apenas os municípios do Bungo, Negage, Puri, Quitexe e Songo, numa população total de 343 mil 304 habitantes, foram tratadas 423 mil e 407 pessoas com Geohelmintose e em 2018, de igual modo, 363 mil 413.

A Filariose linfática com 175 mil 178 casos tratados em 2018, Oncocercose em 2017, foram tratados 192 mil e 642 casos e em 2018 175 mil 178.

Já para os casos de Brilharziose, em 2017 foram tratados 15 mil e 499 e em 2018 tratados 363 mil 413 pacientes.

Durante o evento, foram identificados os principais problemas nas áreas de implementação, tendo-se sublinhado a necessidade da realização de encontros nacionais de forma regular para monitoria e avaliação das actividades.  

Assuntos Serviços de saúde  

Leia também
  • 03/03/2019 18:13:17

    INEMA Central aumenta número de técnicos no desfile do carnaval

    Luanda - Para garantir um carnaval mais festivo, o Instituto Nacional de Emergências Médicas de Angola (Inema) vai, no dia do desfile central, 5 de Março, aumentar de 23 para 50, os técnicos que vão acudir situações de emergência na Nova Marginal, que acontece desde sábado.

  • 01/03/2019 16:58:56

    Rede sanitária do Cuando Cubango com 112 unidades

    Menongue - Cento e doze unidades sanitárias dão cobertura a assistência médica e medicamentosa no Cuando Cubango, distribuídas nos nove municípios da província, a segunda maior do país, em termos territorial, depois do Moxico.

  • 28/02/2019 17:36:56

    Minsa busca parceria portuguesa para Hospital Geral do Cuando Cubango

    Menongue - Os governos de Angola e de Portugal procuram mecanismos para, no âmbito da cooperação bilateral no domínio da saúde, dotar o Hospital Geral do Cuando Cubango de médicos de diversas especialidades, avançou nesta quinta-feira, em Menongue, o secretário de Estado para a área hospitalar, Leonardo Europeu Inocêncio.