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28 Março de 2019 | 23h38 - Actualizado em 28 Março de 2019 | 23h38

Sector da saúde do Bié aposta na educação sanitária

Cuito - O director do gabinete provincial da Saúde no Bié, João Campos, reafirmou nesta quinta-feira, no Cuito, a aposta do sector na educação sanitária das famílias, como estratégias para combater as doenças nas comunidades e, consequentemente reduzir fluxo de doentes nas unidades hospitalares.

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Em declarações à Angop disse constar ainda entre os desafios do sector para este ano (2019), a realização de palestras no sentido de despertar as famílias, sobre os perigos de as mulheres furtarem-se as culturas pré e pós-parto, sobre a necessidade das famílias participarem das consultas de rotina, bem promover ações que visam reduzir o impacto das doenças sexualmente transmissíveis (HIV/Sida, sifilis, gonorreias e outras), assim como intensificar a vigilância epidemiológica.

Precisou que, tais acções serão acompanhadas por 3.371 especialistas colocados a nível das 178 unidades sanitárias, entre os quais, um hospital geral e nove municipais, seis missionários, cinco centros maternos infantis, 38 centros com e 119 postos de saúde, respectivamente.

Disse, as unidades hospitalares da província, contam 140 médicos (nacionais e estrangeiros), dois mil 165 enfermeiros, 97 técnicos de diagnósticos terapêuticos, 354 trabalhadores administrativos e 617 funcionários de apoio hospitalar

João Campo, fez saber ainda que a melhoria dos cuidados primários de saúde é, essencialmente, de responsabilidades das famílias, contribuindo no combate aos focos de lixo e águas paradas, uso correcto dos mosquiteiros tratados com insecticida e de latrinas, salientando que, desta feita às pessoas mantearam-se saudáveis.

Sem adentar as quantidades em armazenamento, assegurou haver medicamentos suficientes em todas unidades hospitalares da região, destacando que, a posta na saúde preventiva, permitirá que o Estado poupe mais recursos na aquisição de medicamentos e outros meios gastáveis.  

Aferiu que entre um milhão, 455 mil 255 habitantes controlados a nível da província, 930 mil 708 compareceram em 2018, nos hospitais (menos 10 mil), nas áreas de pediatria, medicina, obstetrícia e ginecologia, puericultura e ortopedia e cirurgia.

A malária, doenças diarreicas agudas e respiratórias, HIV/SIDA, hipertensão artérias, febre tifoide, traumas por acidentes de viação, são entre as doenças que mais assolam as populações.

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