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24 Maio de 2019 | 15h11 - Actualizado em 24 Maio de 2019 | 16h23

INLS com mais de três mil milhões para medicamentos

Luanda - Três mil milhões e 932 milhões de kwanzas é o valor disponibilizado para a aquisição de medicamentos anti-retroviral, reagentes, testes rápidos e preservativos, no âmbito do combate ao Vih/Sida levado a cabo pelo Instituto Nacional de Luta contra o Sida (INLS).

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Deputados da 6ª Comissão

Foto: Clemente dos Santos

Deste montante foram já usados, até ao mês de Maio, AKZ 1.478.471.438,77 (correspondentes a 37 por cento).

Trata-se de uma verba incluída no pacote de 7.865.918.827,00 kwanzas aprovados pelo Executivo para este programa de âmbito nacional.

Para além deste valor, a cota disponibilizada até ao presente mês inclui igualmente uma adicional para a aquisição de anti-retrovirais de AKZ 807.979.639,26.

Os dados constam de um documento oficial do INLS apresentado durante uma visita efectuada pelos deputados da 6ª Comissão da Assembleia Nacional.

Falando em nome do INLS, o médico José Carlos Van-Dúnem, parte do estatuto da instituição assegurar a implementação das políticas, programas e planos nacionais direccionados à luta contra as infecções transmissíveis sexualmente (ITS), Vih/Sida e Hepatites virais.

Consta ainda da estratégia para combater esta epidemia proporcionar normas de actuação clínica, laboratoriais, investigação biomédica pedagógica no que se refere as ITS.

Em Angola cerca de 310 mil pessoas vivem com Vih, entre os quais 27 mil crianças e 190 mil mulheres.

Já as novas infecções totalizam 27 mil e cerca de 13 mil casos deram em mortes, com uma cobertura de 26 por cento do Programa do Corte de Transmissão Vertical (PTV).

Durante a visita, os deputados manifestarem-se preocupados com o elevado preço de medicamentos nas farmácias, falta de estatísticas nas unidades hospitalares e o grande índice de casos de transmissão vertical.

Apresentaram ainda como inquietação o elevado número de pacientes com tuberculose no país, a carência de técnicos para acudir as necessidades do sector, solicitando também o aumento da cobertura de vacinação.

Para os deputados, o Ministério da Saúde (MINSA) deve ainda intensificar as campanhas, levando informações sobre como se prevenir e curar as doenças endémicas.

O secretário de Estado da Saúde, Leonardo Inocêncio, garantiu que se está a trabalhar para melhorar o Sistema Nacional de saúde.

Adiantou que foi criado um sistema informático para adquirir as estatísticas de cada unidade e no que toca a redução na transmissão vertical foi criado o projecto 90/90/90, que significa 90 por cento de diagnóstico, 90 de tratamento e 90 de carga viral controlada.

Assuntos Angola  

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