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12 Julho de 2019 | 14h47 - Actualizado em 12 Julho de 2019 | 14h47

Falta de informação dificulta acesso ao planeamento familiar

Luanda - A falta de informação sobre a importância do planeamento familiar tem dificultado o acesso das mulheres em idade reprodutiva a esses serviços reiterou hoje (sexta-feira), a técnica em saúde reprodutiva, Manuela da Cunha.

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Funcionários da Angop na palestra sobre "Saúde sexual e reprodutiva"

Foto: Rosario dos Santos

Em Angola, a percentagem de mulheres informadas sobre planeamento familiar em unidades de saúde aumenta consoante o aumento do nível de escolaridade, segundo o Inquérito de Indicadores Múltiplos e de Saúde (IIMS) do Instituto Nacional de Estatística (INE- 2015-2016).

O documento refere que a taxa é de 5% nas mulheres sem escolaridade e 16% nas mulheres com ensino secundário ou superior.

Para a técnica de saúde reprodutiva da ONG americana PSI (sigla em inglês que significa Serviço Internacional para a População), Manuela da Cunha, o planeamento familiar não serve somente para evitar filhos, mas também para aprender as diferentes formas de evitar doenças sexualmente transmissíveis, programar quando deseja engravidar, evitar gravidezes indesejadas, entre outras.

A responsável, que falava numa palestra sobre “A saúde sexual e reprodutiva”, dirigida aos trabalhadores da Angop, aconselhou as mulheres em idade reprodutiva a procurarem os serviços de saúde para serem esclarecidas sobre a melhor idade para começar a vida sexual, evitando desta forma o início precoce.

Destacou igualmente a importância de se evitar a auto-medicação, porquanto a prevenção, diagnóstico e tratamento são as melhores vias, lembrando que a partir do planeamento pode-se obter  informações para a prevenção das doenças sexualmente transmissíveis e dos melhores métodos contraceptivos.

Para a a Administradora Executiva para Área de Administração e Finanças da Angop, Engrácia Bernardo, o tema debatido é de suma importância para os trabalhadores obterem conhecimentos sobre os cuidados a ter sobre a saúde reprodutiva da mulher, e melhorar a forma de transmissão das informações a sociedade e as suas famílias.

A PSI é uma organização Não-governamental, sem fins lucrativos, líder em marketing social, cuja actividade está ligada à promoção da saúde.

Em Angola desde 2000, a PSI visiona uma sociedade onde as mulheres e raparigas têm acesso aos serviços de saúde reprodutiva para planear as suas famílias e viver uma vida saudável.

Assuntos Saúde  

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