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07 Abril de 2020 | 19h10 - Actualizado em 07 Abril de 2020 | 19h33

MINSA exige serviços mais humanizados

Luanda - O Ministério da Saúde (MINSA) exigiu, nesta terça-feira, que os profissionais de saúde continuem a ter a humanização dos cuidados como a principal referência da sua vida laboral.

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Profissionais de saúde em acção (arquivo)

Foto: Foto Cedida

Numa nota alusiva ao Dia Mundial da Saúde (07 de Abril), reafirma que os médicos e enfermeiros devem primar pelo reforço dos cuidados primários de saúde, promovendo a equidade, universalidade no atendimento e a dignificação da vida humana.

O MINSA reitera o apelo à população, em geral, para a observância das medidas de prevenção contra a COVID-19, única via para o controlo rápido da pandemia no país. 

Conforme aquele departamento ministerial, a COVID-19 passou a ser hoje o principal problema mundial de saúde pública e um desafio para a humanidade.

A pandemia, refere a nota, pode conduzir à falência de muitos sistemas de saúde e obriga à mudanças de comportamento de todos, com medidas de prevenção mais rígidas e, em certa medida, restritivas.

Neste desafio, segundo o MINSA, os enfermeiros e outros profissionais de saúde estão na vanguarda, fornecendo alta qualidade de tratamento e cuidados, além de liderarem o diálogo comunitário para lidar com medos, responderem perguntas e, em alguns casos, coletarem dados para estudos clínicos.

“Os técnicos de saúde assumem umas das maiores tarefas, que é enfrentar e encontrar estratégias para o controlo da pandemia da COVID-19, sem perder de vista as antigas responsabilidades, realizando trabalhos difíceis e aguentando longas horas, muitas vezes com risco de lesões, infecções e sobrecarga a saúde mental”, refere a nota.

Angola regista até ao momento 17 casos positivos de COVID-19, sendo que o último foi confirmado nessa terça-feira, pelas autoridades sanitárias do país.

Segundo o Governo, todos os casos positivos registados no país foram importados, não havendo qualquer contaminação a nível das comunidades.

Do total de 17 infectados, dois morreram, dois recuperaram e os demais seguem em tratamento.

Assuntos Angola  

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