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29 Maio de 2020 | 17h52 - Actualizado em 30 Maio de 2020 | 10h02

Covid-19: Mais material de biossegurança chega ao país

Luanda - Duzentas e trinta e cinco (235) toneladas de material de biossegurança e hospitalar, das 380 adquiridas pelo Governo Angolano à China para combater a covid-19, encontram-se já em Angola, com a chegada de novo carregamento nesta sexta-feira (29).

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Aeroporto 4 de Fevereiro: Leonardo Inocêncio, Secretário de Estado para a Área Hospitalar

Foto: Moisés da Silva

Aeroporto 4 de Fevereiro: recepção de material de combate à covid-19

Foto: Moisés da Silva

Desde o dia 28 do mês de Março, Angola começou a receber os primeiros meios, também de prevenção, através da companhia aérea Ethiopian Airlines, que efectuou o primeiro e único carregamento ao país, deixando depois a missão para a companhia nacional TAAG. 

Na sequência, desde o dia 12 de Abril, a operadora aérea angolana assumiu o transporte das demais quantidades, tendo realizado já sete voos até à presente data, totalizando as 235 toneladas, numa média de 25 toneladas por operação China/Luanda.

Hoje, recebeu-se mais um lote de 30 toneladas, consubstanciadas em 150 camas para cuidados intensivos, mais de 500 mil máscaras dos tipos N95 e cirúrgicas, milhares de luvas e batas, dentre outro material essencial para a prevenção e o combate à pandemia.

Por ocasião da recepção do equipamento, no Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, em Luanda, o secretário de Estado para a Aérea Hospitalar, Leonardo Inocêncio, disse que o material vai continuar a chegar ao país com a mesma velocidade até à recepção das 380 toneladas.

“Acabamos de receber o sétimo voo da TAAG, vindo da China, com 30 toneladas de material de biossegurança, adquiridas pelo executivo,  e seguem-se outras nos próximos dias, com camas, ventiladores, material de laboratório e afins”, frisou.

Segundo o responsável, esse material vem reforçar o “stock” a nível do país, estando a decorrer, na medida que chegam, a distribuição do mesmo pelas 18 províncias, com normalidade, priorizando-se as fronteiriças, por representarem maior risco de casos de contágio.

“Nós procuramos em primeira instância abastecer as províncias (que fazem) fronteira com outros países, pois se apresentam com maior risco de contaminação da covid-19. E, na eventualidade do surgimento de casos positivos, os profissionais têm condições de dar tratamento localmente”, explicou.

Neste particular, citou como exemplo as províncias de Cabinda, da Lunda Norte, Lunda Sul e do Moxico (já abastecidas), acrescentando que hoje está a caminho o abastecimento para o Cuanza Norte, num processo contínuo  e abrangente, através de transporte terrestre e aéreo.

Assuntos Serviços de saúde  

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