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05 Julho de 2020 | 22h46 - Actualizado em 06 Julho de 2020 | 12h36

Covid-19: Ministra desmente falta de camas

Luanda - A ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, desmentiu, neste domingo, em Luanda, informações sobre a falta de camas e de condições nos centros de tratamento de Covid-19.

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Em conferência de imprensa de actualização da situação epidemiológica da Covid-19 nas últimas 24 horas, a governante adiantou que só o Hospital de Campanha, situado na Zona Económica Especial (ZEE), em Viana, possui 500 camas e o país regista 353 infectados, 226 estão  activos.

Para além dessa unidade sanitária inaugurada recentemente, para o tratamento e internamento de caos positivos, leves e graves, o sector conta ainda com as clínicas Girassol, Sagrada Esperança (Endiama), os centros de internamento da Barra do Kwanza e do Calumbo, para os assintomáticos.

“Outros países, como os Estados Unidos da América e europeus, estão a adaptar os estádios e parques de estacionamentos para hospitais de campanhas e ninguém reclama das condições”, lamentou.

Informou que, diferente das unidades sanitárias convencionais, os que atendem a doentes de Covid-19 têm especificidades próprias e adaptadas para não receber visitas, outras actividades ou instalar outros serviços.

Relativamente a mortes pela doença (19), manifestou preocupação, esclarecendo, porém, que muitas delas ocorreram pelo facto de os pacientes chegarem às unidades sanitárias em estado crítico, associado a doenças graves (hipertensão, diabetes, câncer, HIV mal controlada, tuberlucose…) e outros chegam já mortos.

Em contrapartida, frisou que os hospitais conseguiram recuperar dois pacientes em estado grave, acudidos pelos ventiladores, apesar de terem morrido duas pessoas que, aparentemente, estavam saudáveis.

Sobre as aquisições de equipamentos sanitários para combater a doença, reiterou que mais de metade dos 43 mil milhões de kwanzas disponibilizados pelo Governo foram usados para “altas aquisições” de material hospitalar e de biossegurança, na ordem de 544 toneladas, na China.

“Valorizem o trabalho do Executivo. As doações que recebemos não chegam a 50 toneladas e não estão contabilizadas nas aquisições (544 toneladas) do Ggoverno de Angola”, finalizou.

O país conta com 353 infectados, 19 óbitos, 108 pacientes recuperados e 226  casos activos.

Assuntos Angola  

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