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26 Outubro de 2011 | 17h00 - Actualizado em 26 Outubro de 2011 | 20h12

Espaços de alfabetização devem ser reforçados

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Directora executiva da Plataforma Mulheres em Acção (PMA), Verónica Sapalo

Foto: Angop

Luanda – Os espaços de alfabetização para as mulheres adquirem conhecimentos que devem ser reforçados, para consciencializá-las e pôr fim às barreiras que têm encontrado na participação de projectos de desenvolvimento local ligados à água, energia e saneamento básico.

A consideração foi feita hoje, em Luanda,  pela directora executiva da Plataforma Mulheres em Acção (PMA), Verónica Sapalo, para quem a formação académica é um elemento primordial para consciencializar os seres humanos.

Por essa razão, considerou necessário que se aumente o número de instituições de ensino, por forma a diminuir as dificuldades das mulheres, em termos de participação em diferentes projectos.

“As mulheres devem perceber que só com uma consciência mais activa e um conhecimento mais aprimorado é possível solucionar e resolver os problemas, bem como sair de uma vida vulnerável e ter uma vida adequada”, referiu, à Angop, à margem do primeiro Fórum Inter-Municipal sobre Participação das Mulheres no Processo de Desenvolvimento Local”, realizado pela Plataforma Mulheres em Acção.

Disse, por outro lado, que as mulheres, enquanto boas gestoras de casa, podem ajudar a resolver os problemas da comunidade ligados ao saneamento básico e outros sectores, através de acções de formação para os responsáveis administrativos.

“São as mulheres que vivem os problemas da casa, como a questão da água, o índice de prevalência do VIH/Sida, a questão da alimentação e os cuidados das famílias. Tudo isso é responsabilidade da mulher”, referiu.

A mulher, como gestora de todos esses serviços, estaria em melhores condições de definir e determinar para si qual seria a primeira prioridade em termos do município na resolução do problema, concluiu a fonte.