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01 Abril de 2015 | 16h06 - Actualizado em 01 Abril de 2015 | 16h06

Portugal: Liga Africana defende papel interacional das diásporas

Lisboa - O presidente de Direcção da Liga Africana de Angola, Carlos Manuel Mariano, defendeu, hoje, terça-feira, em Lisboa, a necessidade de as diásporas constituírem uma plataforma de interacção preferencial e de proximidade entre os países de origem e o acolhedor.

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Na sua alocução no último dia do III Congresso do Movimento Internacional da Lusofonia (MIL), aberto terça-feira, na Sociedade de Geografia de Lisboa, Carlos Mariano considerou ainda as diásporas em “fiéis depositários de conhecimento objectivo dos meios sociais de origem e de acolhimento”.

Porém, disse que tais comunidades “necessitam de ser potenciadas nos países de acolhimento, para que possam se constituir em reais embaixadas de base comunitária e possam contribuir para uma aproximação cada vez crescente com reflexos positivos na cooperação económica, científica e cultural”.

Apelou ao MIL “para que se esforce em se converter em parceiro informal, acutilante e relevante das autoridades públicas constituídas (…)”, assim como para a concepção de “acções de solidariedade material em beneficio das comunidades nos países de proveniência”. 

“Apesar do equacionamento das precariedades estruturais ser soberana a cada Estado, deve haver espaço de solidariedade material, que promova, por exemplo, a concepção e implementação de projectos tendentes a beneficiar populações vitimadas por calamidades naturais”, adianta Carlos Mariano.

Considerada precursora da Liga Angolana, fundada em 1912, e da Liga Nacional Africana (1930), a Liga Africana, segundo Carlos Mariano, “sempre esteve vocacionada para o espectro filantrópico e de difusão cultural e do conhecimento no espaço doméstico”, bem como teve “um pendor de solidariedade com outros povos, com os quais a história levou à irmandade”.

Além de Carlos Mariano, integraram a delegação da Liga Africana, entre outros, Maria Cristina Pinto (vice-presidente da Direcção), António de Oliveira Madaleno (presidente do Conselho Fiscal e Jurisdicional) e Victor de Jesus Fortes (secretário-geral).

O III Congresso do Movimento Internacional da Lusofonia reuniu diferentes personalidades que se têm batido pelo reforço dos laços entre os países e regiões do espaço de língua portuguesa, tendo contado também com a presença de diversas associações de imigrantes em Portugal.

O Movimento Internacional da Lusofonia, sediada na capital portuguesa, visa a promoção da cultura e o estreitamento dos laços entre os países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) e ainda os laços destes com falantes de português pelo mundo.

Assuntos Apreciação   Sociedade  

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