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21 Abril de 2017 | 06h50 - Actualizado em 21 Abril de 2017 | 06h49

Benguela: Economista defende empreendedorismo no ensino primário

Benguela - O economista Janísio Salomão defendeu, quinta-feira, em Benguela, a introdução da cadeira do empreendedorismo no ensino primário, com vista ao desenvolvimento do cidadão na área desde a tenra idade.

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Janísio Salomão, igualmente docente universitário, que dissertava o tema: "Como fomentar o auto-emprego e Empreendedorismo juvenil", Organizado pelo secretariado provincial da JMPLA de Benguela, entende que o empreendedorismo inserido na educação formal da pré-escolar à universidade permite desde cedo que o aluno tenha criatividade dentro da sua maneira de ser e agir.

Segundo o académico, através de histórias em quadradinhos as crianças podem ser estimuladas a desenvolver habilidades empreendedoras e agir de forma empreendedora.

"Em Angola, o Governo já introduziu a cadeira de empreendedorismo no ensino secundário da 7ª  a 13ª classes, não basta, seria bom que a disciplina fosse introduzida nas escolas de base",sustentou.

Acrescentou que o Estado não pode continuar a ser o principal empregador, por isso é que os jovens devem fomentar o auto-emprego e empreendedorismo, para combater a fome a pobreza, e sobretudo o desemprego.

Referiu que, segundo dados oficiais, Angola possui 25,7 milhões de habitantes, a juventude representa a maioria com cerca de 65 por cento e desses dados 24 por cento da população é desempregada, numa altura em que mais de 50 por cento de crimes são praticados por esta franja da sociedade.

Defendeu também o suporte e acompanhamento aos empreendedores e empresas através de incubadora de empresas.

O suporte financeiro, de acordo com Janísio Salomão, passa por uma taxa de juros baixos, desburocratização dos processos bancários, acompanhamento da efectivação dos negócios, tranches condicionadas a efectivação dos negócios e garantias eficazes.

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