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06 Março de 2018 | 19h37 - Actualizado em 07 Março de 2018 | 08h03

SJA defende reorientação dos profissionais quanto a ética e deontologia

Luanda - O Sindicato dos Jornalistas Angolano (SJA) defende a reorientação dos profissionais da comunicação quanto a ética e deontologia profissional, fez saber, terça-feira, em Luanda, o seu secretário, Teixeira Cândido.

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Albano Pedro, Palestrante

Foto: Antonio Escrivão

Em declarações à imprensa à margem do segundo ciclo de palestra subordinada ao lema "De que jornalismo precisa a nossa democracia", a fonte acrescentou que a classe tem ignorado sucessivamente os critérios éticos e deontológicos, e por este facto, viu-se imperioso reflectir sobre as actividades jornalísticas realizadas nas eleições de 2017, onde foram diagnosticados o desrespeito da compatibilidade profissional.

Reconheceu que a imprensa pública melhorou significativamente, em termos de cobertura e divulgação das notícias, desde o mês de Setembro de 2017, altura em que tomou posse o novo governo saído das eleições desse ano.

No segundo dia do ciclo de palestra, que vai se estender durante todo o mês de Março, usaram da palavra os prelectores, professor Adão Avelino, e o jurista Albano Pedro, que abordaram os temas como “Que valor tem ética hoje para as profissões" e "O poder político e a sociedade", respectivamente.

Na sua dissertação, o professor de ética e filosofia, Adão Avelino, focou os vários aspectos que os profissionais da comunicação social têm cometidos, no que toca a isenção na abordagem dos diferentes temas, bem como o respeito à ética e deontologia profissional, no quadro actual da comunicação em Angola.

Por sua vez, Albano Pedro, fez um rescaldo sobre as dificuldades que existe na cedência de informação entre o poder político e os jornalistas, bem como abordou sobre as liberdades e garantias constitucionalmente consagrado.

O prelector referiu ainda sobre os tipos de informação que devem ser protegidas pelo profissional, como o bom nome, honra, reserva a intimidade privada e familiar, segredo de justiça e de Estado.

Na qualidade de participante, Celso Malavoloneke louvou a iniciativa do sindicato quanto a formação  dos profissionais da comunicação, uma vez que o Ministério de tutela tem levado a cabo ciclos formativos de refrescamento para os jornalistas dos órgãos públicos.

Assuntos Angola  

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