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08 Setembro de 2018 | 14h46 - Actualizado em 08 Setembro de 2018 | 14h45

Cuanza Sul: ANDA faz avaliação positiva do projecto "Vem Comigo"

Sumbe-Um total de vinte e cinco mil e 714 pessoas com deficiência e ex-militares, foram inseridos na actividade produtiva em todo o país, com a implementação do projecto "Vem Comigo", implementado desde 2003, pela Associação Nacional dos Deficientes de Angola (ANDA).

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Os dados foram anunciados neste sábado, na cidade do Sumbe, província do Cuanza Sul, pelo presidente da Anda, Silva Lopes Etiambulo Agostinho, no final da visita de monitoria efectuada aos projectos implementados nas províncias do Cuanza Sul e Benguela, que considerou de satisfatório o nível de execução do projecto, que compreende acções nos domínios de agricultura, pescas, artes e ofícios, formação profissional e prestação de serviços.

De acordo com o presidente da Anda, a implementação do projecto “Vem Comigo” compreendeu até ao momento actual a cinco fases, estando em curso a sexta que vai incidir na consolidação das acções implementadas em dez das doze províncias do país.

“Desde 2003, que temos vindo a implementar o projecto “Vem Comigo”, e a avaliação que podemos fazer é positiva, uma vez que apenas não atingimos as províncias da Lunda-Norte e do Cuando Cubango, mas a seu tempo vamos chegar lá”, disse, adiantando que a sexta fase do projecto, que vigorará até 2022, preconiza ampliar a implementação do projecto e maximizar os resultados alcançados.

Silva Lopes Etiambulo fez saber que as acções implementadas no quadro do projecto custaram o equivalente a sete milhões de dólares, suportados pelo Executivo, através dos departamentos ministeriais da Assistência Social Família e Promoção da Mulher, da Deefesa, entre outras, cujo montante serviu para a aquisição de kites profissionais, imputes agrícolas,
meios de transporte e outros.

O responsável considerou a alienação pelos beneficiários de bens oferecidos pelo Estado, é uma atitude que vai concorrer para a penalização de seus autores. “Temos registado

muitos casos em que os deficientes recebem bens do Estado e vendem a outrem ficando sempre na condição de vulnerabilidade, e não restam outras medidas senão de penalizarmos os que assim procederem”, frisou, para quem uma das pedidas punitivas consiste na obrigação da compra do equipamento vendido para poder continuar a trabalhar no quadro do projecto de reinserção social e produtiva.

Silva Lopes Etiambulo mostrou-se apreensivo com a atitude demonstrada por parte de alguns assistidos e apelou que “não se deve trocar a consciência pela deficiência”, e fez saber que “Não há nenhuma Lei que impede a responsabilização criminal do deficiente de guerra”.


Quanto aos desafios da Anda para os próximos tempos, Silva Lopes Etiambulo assinalou que, dentre outras acções, a sua organização se propõe a continuar a trabalhar com os assistidos para a melhoria das suas condições sociais básicas.

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