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11 Setembro de 2018 | 11h18 - Actualizado em 11 Setembro de 2018 | 11h45

Liberdade de expressão é um dos pressupostos da RNA

Luena - A garantia da liberdade de expressão, o direito a informação e a difusão de diversos aspectos do povo angolano, sua cultura e hábitos foram apontados segunda-feira, no Luena, como os principais objectivos da criação da radiodifusão pública em Angola.

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Moxico: Diretor da rádio Moxico, Severiano Gaspar

Foto: David Dias

Moxico: Palestra sobre o percurso da RNA

Foto: David Dias

O esclarecimento foi feito pelo antigo director da Emissora Provincial da Rádio Nacional de Angola (RNA) no Moxico, Hilário Matuca, ao dissertar o tema “Percurso da RNA”, enquadrado no programa das comemorações do 41º aniversário da criação daquela empresa, a assinalar-se no dia 05 de Outubro.

O jornalista reformado apontou a promoção da cidadania, dos bons costumes, da solidariedade humana, do trabalho, dos valores culturais nacionais e o incentivo ao estudo e a descoberta permanente, como sendo outros propósitos da existência da RNA.

Ao falar sobre a trajectória da RNA, explicou que os serviços foram iniciados em Fevereiro de 1931, na província de Benguela, com o “CR6AA”, pelo amador Álvaro de Carvalho.

Indicou que a radiodifusão pública em Angola foi fundada no dia 05 de Outubro de 1977, com a realização da visita do primeiro presidente de Angola, António Agostinho Neto às suas instalações, localizadas na capital do país (Luanda).

O igualmente politólogo fez saber que no Moxico, os serviços de Rádio Clube surgiram em 1953, com um emissor de 50 W, noticiando o jornal “Voz do Planalto”, na ex-Vila Luso, cuja iniciativa encabeçada por um grupo de jovens contava com o apoio da população local.

Lembrou que o primeiro emissor de “1 KW”, em ondas curtas, que emitia nas bandas dos 58 metros para todo o território desta província, foi inaugurado em Maio de 1959.

“Depois da independência nacional, no Moxico, o emissor provincial, como se denominava, reabriu a 07 de Julho de 1977, graças ao empenho e interesse de alguns filhos da terra que muitos deles não estão entre nós”, referiu.

Ainda baseando-se no “vai e vem” da historia, Hilário Matuca, considerou a RNA, o paradigma de muitas das realizações registadas no país, recordando o “jardim monumental”, o programa “Pio Pio”, “Top dos mais queridos”, e o projecto “Caçulinhas da Bola”, que despontaram valores em termos desportivos, culturais, entre outras áreas de saber.          

Já o jornalista Teofano Cesar, ao serviço da rádio há mais de 30 anos, disse que o debate o motiva a prosseguir com mais responsabilidade a actividade, augurando melhorias do equipamento técnico e a disponibilização de meios de transportes na empresa para facilitar o exercício das suas tarefas.

A repórter do programa infantil Anabela Achel, disse sentir-se satisfeita por trabalhar na emissora provincial, visto que contribui na sua aprendizagem de várias matérias do meio que a rodeia, desejando que a data sirva de um momento de profunda reflexão sobre o futuro da empresa.

Por seu turno, o director da Emissora da RNA no Moxico, Severiano Gaspar, disse que a rádio está mais diversificada com conteúdos virados para os diferentes estratos sociais, apresentados com ajustes de horários que agradam os ouvintes.

Adiantou que a produção dos estúdios locais pretendem continuar a introduzir novos programas na sua grelha de emissão, cuja acção carece de recursos humanos capazes para a sua efectivação na medida das exigências do auditório.

Para além da palestra, para saudar a data (05 de Outubro), os profissionais da RNA vão realizar visitas ao Hospital Geral do Moxico, a nova central térmica do Luena, ao local onde vai decorrer a Expo-Moxico, um torneio de Futsal, bem como uma missa de acção de graças em memória aos trabalhadores falecidos.

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