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08 Novembro de 2019 | 19h05 - Actualizado em 08 Novembro de 2019 | 19h02

Trabalhadores da Elisal paralisam serviços

Luanda - Os trabalhadores da Empresa de Limpeza e Saneamento de Luanda (ELISAL) paralisaram, quinta-feira, as suas actividades para reivindicar pelos salários em atraso e melhores condições de trabalho.

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Trabalhadores da ELISAL (Arquivo)

Foto: Clemente dos Santos

Segundo os grevistas, em declarações à imprensa, para além dos salários serem baixos ainda existem constantes atrasos, falta de seguro de saúde, numa actividade com elevados riscos à saúde humana.

Outra reclamação dos trabalhadores prende-se com o facto de muitos trabalhadores, em  idade de reforma, não usufruírem de aposentadoria por não estarem inscritos na segurança social.

Falando hoje à imprensa, o secretário para a área da comissão sindical da Elisal, Moisés Sebastião, disse que na empresa falta tudo, existem várias irregularidades nas condições de trabalho, salários baixos e pagos com atraso, bem como a falta de inscrição na segurança social.

O chefe de departamento de comunicação institucional da Elisal, Pedro Feica Nunes, reconhece existir insuficiências de meios de trabalho para atender o município do Cazenga, onde prestam o maior serviço de limpeza e saneamento.

Disse igualmente que o atraso salarial que verifica-se desde Outubro, pelo que não se justifica a greve levantada pelos trabalhadores, alegando violação do acordo em que os ordenados devem ser pagos no dia 31 de cada mês.

A vice-governadora de Luanda para a Área Técnica e Infra-estruturas, Elizabeth Matos, disse que os salários estão a ser revistos e neste momento estão a ser processados, mas dependem do Ministério das Finanças para homologação das ordens de saque.

Segundo a responsável, o objectivo é reverter o quadro, porque a Elisal tem mil e 600 funcionários, 500 para a varredura e recolha de lixo, sendo os restantes administrativos, situação inconcebível para uma empresa onde o objecto social é a limpeza.

Assuntos Greve   Província » Luanda  

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