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21 Novembro de 2019 | 14h50 - Actualizado em 22 Novembro de 2019 | 10h34

Direcção da RNA tem 10 dias para evitar greve

Luanda - A Assembleia-Geral de Trabalhadores da Rádio Nacional de Angola (RNA) concedeu, nesta quinta-feira, 10 dias ao Conselho de Administração da instituição para cumprir parte das reivindicações constantes do caderno negociado e assinado em Abril do corrente ano.

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Logotipo da RNA

Foto: Angop

A Assembleia-Geral de Trabalhadores da RNA entregou ao Conselho de Administração um documento do qual constam quatro pontos do caderno reivindicativo, “que não foram cumpridos até à presente altura”.

De acordo com o secretário-geral do Sindicato de Jornalistas Angolanos (SJA), Teixeira Cândido, que falava à ANGOP, a Assembleia deliberou, na quarta-feira, a entrega do referido documento e, terminado o prazo de 10 dias, poderá ser declarada uma greve.

Constam dos pontos apresentados questões ligadas aos subsídios da primeira viagem do ano, que deveriam ter sido pagos em Julho, mas que só aconteceu em Outubro, em benefício de alguns funcionários.

Os funcionários reivindicam o 10 ponto do caderno, que tem a ver com o respeito aos direitos dos trabalhadores, exemplificando o facto de existirem jornalistas que, sendo docentes,  estão a ser impedidos de retornar ao trabalho e outros que viram os seus vínculos alterados de efectivos para colaboradores, passando a ganhar 50 mil Kwanzas.

Do documento apresentado, constam, igualmente, as correcções resultantes da aplicação do qualificador ocupacional, que não foram satisfeitas.

Em Junho deste ano,  a RNA criou uma comissão de reclamações, com a participação de um representante do Sindicato e do Ministério da Comunicação Social, para avaliar e decidir sobre as reivindicações apresentadas.

Um dos pontos principais deste caderno reivindicativo era referente ao reajuste salarial, mas viabilizado pelo Estado, enquanto accionista único.

Assuntos Angola  

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