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08 Dezembro de 2019 | 19h24 - Actualizado em 08 Dezembro de 2019 | 20h12

Tocoistas doam bens às vítimas da seca

Luanda - Vinte toneladas de bens diversos foram recolhidos pela Igreja Tocoísta, para apoiar as vítimas da seca no sul de Angola, no âmbito de uma campanha iniciada em Agosto deste ano.

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Parte dos bens recolhidos pela Igreja Tocoísta para vítimas da seca

Foto: Costa Silva

O donativo inclui bens alimentares diversos, roupa usada e brinquedos, recolhidos para animar as vítimas no período da quadra festiva. 

A acção contou com a contribuição de organizações da sociedade civil e de diversas personalidades anónimas

Em declarações à imprensa, o líder da Igreja Tocoista, bispo Afonso Nunes, agradeceu a colaboração da sociedade civil e dos fiéis da congregação neste acto.

No âmbito do apoio às vítimas da seca no sul do país, o Serviço de Protecção Civil e Bombeiros enviou, no sábado, duas mil e 400 toneladas de produtos alimentares diversos para o município do Curoca, província do Cunene.

O porta-voz do Serviço de Protecção Civil e Bombeiros, Faustino Sebastião, indicou que a cesta básica é composta por fuba de milho, óleo, arroz, sal, leite, bolachas, sumos e conservas.

Lembrou que, de Março a Outubro deste ano, foram já entregues duas mil toneladas de produtos diversos para acudir as populações afectadas pela seca nas províncias do Namibe, Huíla e Cuando Cubango.

Dados do Programa Emergencial de Combate à Seca no Sul de Angola indicam que, actualmente, 1,3 milhões de pessoas estão afectadas pelo fenómeno nas províncias do Cunene, Namibe, Huíla e Cuando Cubango.

No âmbito do plano de emergência de combate à seca e à fome, a província do Cunene beneficiou, este ano, de 3.9 mil milhões de kwanzas disponibilizados pelo Executivo que permitiu adquirir bens diversos.

De realçar que a seca assolou as províncias do Cunene, Huíla, Namibe e  Cuando Cubango afectando mais de um milhão de cidadãos e gado bovino e caprino.

No Cunene, desde Outubro de 2018, foram afectadas 880 mil e 172 pessoas e um milhão de cabeças de gado afectados pela seca, que já causou a morte de 30 mil cabeças, entre bovino, caprino e suíno.

Assuntos Angola  

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