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11 Dezembro de 2019 | 22h05 - Actualizado em 12 Dezembro de 2019 | 10h44

ERCA constata diversidade informativa política

Luanda - O conselho directivo da Entidade Reguladora da Comunicação Social Angolana (ERCA) constatou, nos meses de Outubro e Novembro deste ano, significativa diversidade na informação política, com realce para a cobertura do Congresso da UNITA.

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Operador de câmara visualizando imagem após a filmagem

Foto: Francisco Miúdo

Jornalistas no congresso da UNITA

Foto: Alberto Julião

Segundo uma nota da ERCA, chegada hoje, quarta-feira, à Angop, em Luanda, sobre a análise do desempenho da comunicação social e os seus agentes nos meses de Outubro e Novembro, não obstante o ocorrido, defende a necessidade de se aprofundar a prática da divulgação de factos noticiosos políticos, de acordo com o seu impacto na sociedade.

No período em análise, a ERCA assinalou a recepção de vários processos de cidadãos a solicitarem a sua intervenção na reposição dos seus direitos legalmente protegidos.

Neste quadro, o jornal “O País” foi instado pela ERCA a fazer publicação coerciva de um direito de resposta, devido à Embaixada da República Francesa, por violação do disposto na Lei de Imprensa sobre o direito de resposta e rectificação.

Analisou ainda dois processos de cidadãos contra a TV Zimbo e a Televisão Pública de Angola (TPA).

Apelou aos órgãos de comunicação social para prosseguirem com a sua acção de mediação, trazendo sempre o contraditório na abordagem das diversas matérias, ouvindo todas as partes envolvidas num problema.

Desta forma, evita-se a abordagem parcial de determinados acontecimentos, principalmente os potencialmente conflituosos.

A ERCA alertou as emissoras televisivas, no âmbito do artigo 4.º da Lei sobre o Exercício da Actividade da TV, a preocuparem-se mais com as indumentárias das suas apresentadoras que, reiteradas vezes, ferem as normas de decoro.

Exortou, igualmente, os órgãos e agentes de comunicação social, como veículos formadores de opinião, a procurarem utilizar, permanentemente, a linguagem padrão na divulgação de factos noticiosos e na emissão de programas de entretenimento, abstendo-se do uso abusivo da gíria.   

Destacou o esforço da generalidade dos órgãos de comunicação social pelo envolvimento na onda de solidariedade para com as vítimas da seca no Sul do país, o que conduziu a uma mobilização sem procedentes de ajuda humanitária para distintos sectores da sociedade.

Recomendou que, a nível das rádios e televisões, se aprofunde o cunho educativo dos programas infantis, assim como se divulguem mais músicas para essa camada da população.

Encoraja a imprensa a fazer uma informação mais plural e diversificada, com base no jornalismo criativo, isento e adequado a cada momento.

Assuntos Comunicação Social  

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