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15 Março de 2019 | 14h00 - Actualizado em 15 Março de 2019 | 14h00

Autoridades policiais aconselham denúncias em caso de violência

Luanda - As autoridades policiais, em Luanda, aconselharam hoje, sexta-feira, as vítimas de agressão a denunciarem o facto de imediato logo que se registe o primeiro sinal de violência doméstica.

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O director do gabinete de Comunicação Institucional e Imprensa da delegação provincial do Ministério do Interior, intendente Mateus Rodrigues, disse que qualquer cidadão deve agir de imediato em caso de violência, através de queixas ou denúncias.

Em declarações à Angop, o oficial reagia a acção ocorrida terça-feira em que um instrutor de técnica e táctica policial do Centro de Instrução do Kicuxi terá supostamente desferido dez golpes de faca conta a ex-esposa.

O crime ocorreu num dos apartamentos da Centralidade do Kilamba e a vítima, também agente da corporação, encontra-se nos cuidados intensivos de uma unidade hospitalar.

Mateus Rodrigues referiu que não deve ser exclusivamente a vitima a fazer a queixa, em caso de violência, podendo qualquer indivíduo o fazer junto dos órgãos competentes, como a Polícia Nacional, Investigação Criminal ou Ministério Publico desde que tenha conhecimento do acto, pois a lei salvaguarda essa posição, por se tratar de um crim de natureza pública.

O agressor, com o grau de sub-chefe, encontra-se foragido e as autoridades policiais fazem de marches para detê-lo e encaminha-lo aos órgãos de justiça.

Separados a cerca de um ano, o casal tem dois filhos menores.

Entretanto, familiares próximos da vítima confidenciaram que, enquanto o casal vivia em comunhão de cama e mesa, eram frequentes as discussões e agressões e a situação agravou-se quando a vítima declarou a separação.

Por sua vez, o sociólogo Abel Chico é de opinião que o combate a este fenómeno deve contar com a participação de todas as franjas sociais e as queixas e denúncias  como um dos passos a seguir

Para inverter o quadro, sugeriu a realização de encontros e palestras de forma sistemática e visitas domiciliares de acompanhamento às vitimas nos distritos e municípios, uma parceria de instituições religiosas e associações da sociedade civil, para que situações do género sejam acauteladas.

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