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03 Abril de 2019 | 14h31 - Actualizado em 03 Abril de 2019 | 14h25

Representante da ONU reconhece apoio de Angola as vítimas de Idai

Luanda - O apoio prestado por Angola as vítimas do ciclone Idai, que atingiu a região centro Moçambique, Malawi e Zimbabwe dia 14 de Março desse ano, envolvendo meios financeiros, humanos e logísticos, foi hoje (quarta-feira) reconhecido pela Representante Permanente de Angola Junto da ONU, Maria de Jesus Ferreira.

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A República de Angola participa, em Moçambique, no esforço internacional para acudir as vítimas do ciclone Idai, com um efectivo de mais de 100 pessoas, entre militares e civis.

Apesar da ajuda, a responsável apelou as agências e organizações humanitárias internacionais para continuarem a contribuir na reconstrução e reabilitação das populações afectadas a curto, médio e longo prazo, através de um plano de resiliência como parte da implementação dos objectivos da agenda 2030.

A responsável falava durante uma reunião especial, organizada pelo escritório para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA), em colaboração com o Departamento de Assuntos Económicos e Sociais (DESA), o Programa Mundial de Alimentos (PMA) e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) .

Referiu que o ciclone Idai é apenas o iceberg das consequências do aquecimento global e das mudanças climáticas, e demonstra mais uma vez a necessidade e a importância de a comunidade internacional implementar as recomendações e conclusões do Acordo de Paris (França) sobre o clima de forma urgente e imperiosa.  

As autoridades moçambicanas actualizaram para 518 o número de mortos causados pelo ciclone Idai e pelas cheias que se lhe seguiram.

De acordo com o ponto de situação divulgado pelo Instituto Nacional de Gestão de Catástrofes (INGC) de Moçambique, registaram-se ainda 1.641 feridos e mais de 146 mil pessoas estão agora instaladas em centros de acolhimento.

Assuntos Moçambique   Sociedade  

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