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15 Maio de 2019 | 07h32 - Actualizado em 15 Maio de 2019 | 07h32

Municipalização da acção social envolve mais de sete mil famílias no Bié

Dondo - Pelo menos sete mil agregados familiar foram já cadastradas na província do Bié, no âmbito da implementação do programa de Municipalização da Acção Social, em curso, desde Junho de 2018, no país.

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O dado foi divulgado pela directora do Gabinete da Acção Social e Igualdade do Género, Deolinda Gonçalves, em entrevista à Angop, à margem do II Conselho Consultivo do Ministério da Acção Social, Família e Promoção da Mulher (Masfamu), que decorreu de 13 a 14 deste mês no Dondo, município de Cambambe, província do Cuanza Norte.

De acordo com a responsável, os dados foram obtidos através do cadastro único de vulnerabilidade, com o objectivo de aferir o quadro real de necessidades das famílias.

Afirmou que este modelo está a permitir a definição das necessidades reais de cada família, contrariamente ao anterior modelo de assistência, em que o governo uniformizava os apoios, muitos deles desalinhados ao grau de vulnerabilidade das famílias.

Aclarou que o novo paradigma surge na sequência de uma experiência piloto do ministério realizado em Junho de 2018 e cujos indicadores estão a dar resultados positivos, com a implementação dos projectos de inclusão produtiva, geração de trabalho e renda social.

Referiu que associado a isso, está  também prevista a transferência social monetária, que contempla a disponibilização do equivalente em kwanzas a dez dólares americanos, a três menores de cinco anos de idade, em cada agregado familiar vulnerável da região, numa única vez.

Já a responsável da província do Namibe, Natália de Carvalho, sublinhou que para a implementação do aludido projecto foi criada uma cooperativa de corte e costura e de cabeleireiro, integrada por cerca de 200 pessoas portadoras de deficiência, no município sede, e cooperativas de moto-taxistas, com 150 integrantes em outros três municípios.

Acrescentou que estão controladas mil pessoas portadoras de alguma deficiência.

A instituição contra ainda 10 associações de pequenos familiares que se dedicam à actividades manufactureiras, produção e comercialização de produtos agrícolas, de iniciativas próprias ou apoiadas pelo governo.

Enquanto na província do Huambo, de acordo com a responsável local da instituição, Frutuosa de Jesus, a inclusão social e geração de renda das famílias assenta, fundamentalmente, no apoio de pequenos grupos familiares, dedicados à manufacturação de utensílios de uso doméstico e processamento caseiro de produtos agrícolas.

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