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29 Maio de 2019 | 13h01 - Actualizado em 29 Maio de 2019 | 13h01

Responsável reitera importância de uma informação rigorosa

Cuito - O vice-governador do Bié para o sector Político, Social e Económico, Carlos Ulombe da Silva, reiterou hoje (quarta-feira), no Cuito, a necessidade dos jornalistas primarem por uma informação rigorosa, objectiva, isenta, verdadeira e, sobretudo, respeitar os limites impostos constitucionalmente.

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Aconselhou os jornalistas locais a apostarem seriamente na formação académica e profissional, tendo em conta os desafios do país.

Falando na palestra sobre “A responsabilidade civil no exercício do jornalismo”, promovido pelo Governo da província, Carlos da Silva reconheceu o importante papel da comunicação social na moralização e estabilidade política e social do país e, sobretudo, na preservação da democracia no país.

Por sua vez, o procurador da República junto do Serviço de Investigação Criminal (SIC) do Bié, Matos Dias, apelou os jornalistas a primarem por uma informação que paute pelo respeito dos direitos de personalidade.

Alertou igualmente a pautarem pelo cumprimento da Carta Magna, da Lei de Imprensa e outras leis avulsas, de formas a evitar que sejam responsabilizados civil, disciplinar e criminalmente no exercício da profissão.

Informou que  a Comunicação Social tem violado sistematicamente os direitos de personalidade consagrados constitucionalmente. “São direitos de personalidade,  à honra, ao decoro, à reputação e ao bom nome, ao crédito, imagem e palavra, inviolabilidade domiciliar e identidade pessoal, que são intransmissíveis e invioláveis”.

Lembrou que, os direitos de personalidade estão consagrados nos artigos 30 a 34 da Constituição da República de Angola e dos artigos 70 e seguintes do Código Civil, violado muitas vezes pelos jornalistas, com a publicação de notícias falsas.

Os jornalistas ao evento solicitaram ao governo local a incutir nos gestores públicos e não só, que são fontes de informação, pelo que devem ter mais abertura, pressupostos que ajudam a manter a objectividade, actualidade e a veracidade dos factos.

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