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23 Julho de 2019 | 12h06 - Actualizado em 23 Julho de 2019 | 16h52

Posse de correspondentes de academia angolana em Portugal

Lisboa - A académica e docente universitária santomense Inocência Mata toma posse, esta quinta-feira, 25, em Lisboa, como correspondente da Academia Angolana de Letras (AAL) em Portugal.

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Drª Inocência Mata, Acadêmica e docente Universitária em Lisboa

Foto: Cedida pela fonte

Toma igualmente posse, nas mesmas funções, a poetisa luso-moçambicana e investigadora científica na área das Literaturas Africanas de Língua Portuguesa, Ana Mafalda Leite.

Com a posse das duas académicas, fica preenchido o quadro dos quatro correspondentes da AAL em Lisboa, depois de, em 24 de Maio último, terem sido investidos nessas funções os docentes universitários Salvato Trigo e Pires Laranjeira.  

Natural de São Tomé e Príncipe, também membro da Comissão de Redacção da História da Literatura Angolana, Inocência Mata é especialista em literatura africana e doutorada pela Universidade de Lisboa.

É membro fundador da União Nacional de Escritores e Artistas de São Tomé e Príncipe (UNEAS), sócia honorária da União de Escritores Angolanos (UEA), membro correspondente da Academia das Ciências de Lisboa - Classe de Letras e da Academia Angolana de Letras.

Em 2018, foi nomeada Correspondente da Academia Galega da Língua Portuguesa, pendente da tomada de posse.

Autora de uma vasta produção literária e científica, tem fortes ligações a Angola, país onde residiu e fez parte dos seus estudos, antes de fixar residência permanente em Portugal, a partir de 1980.

Ana Mafalda Leite nasceu em Portugal, mas viajou para Moçambique, ainda muito nova, onde frequentou a Universidade Eduardo Mondlane, em Maputo.

Depois de uma estadia prolongada naquele país, regressou a Portugal, onde passou a exercer funções de docente na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

A Academia Angolana de Letras (AAL) tem como foco questões relacionadas com  o estudo e a investigação da literatura angolana, da língua portuguesa, das línguas angolanas, assim como a relação entre elas.

Com o seu estatuto editado no Diário da República n.º57 III Série de 28 de Março de 2016, a associação privada sem fins lucrativos, de carácter cultural e científico, teve como outorgantes constituintes os escritores angolanos Henrique Lopes Guerra, António Botelho de Vasconcelos e Boaventura da Silva Cardoso.

A academia tem como patrono o primeiro Presidente da República de Angola, Agostinho Neto, e admite como membros os fundadores, efectivos e beneméritos, para além de colaboradores com a categoria de correspondentes, estes últimos podendo ter nacionalidade diferente que as dos restantes membros.

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