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05 Agosto de 2019 | 14h33 - Actualizado em 05 Agosto de 2019 | 19h51

Ex-militares querem crédito para dinamizar cooperativas

Catumbela - Quatro mil e 339 ex-militares residentes no município da Catumbela, província de Benguela, solicitam o apoio do governo junto das instituições bancárias, a fim de obterem créditos com juros bonificados para dinamização das suas cooperativas agro-pecuárias e de pesca.

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Gado da cooperativa de ex-militares

Foto: valentino yequenha

O delegado municipal da Associação de Apoio aos Antigos Combatentes das ex-FAPLA, Eduardo Amaral, declarou nesta segunda-feira à Angop, que “esse apoio vai ajudar no auto-sustento das respectivas famílias e melhorar as condições socioeconómicas dos ex-militares.

À margem de um encontro com os filiados, adiantou que os ex-militares precisam também de meios de locomoção, viaturas adaptadas, cadeiras de rodas, motociclos, muletas, bem como de reabilitação física.

O encontro, que se realiza todos os anos no início do mês de Agosto, serve para debater as preocupações destes cidadãos, visando a melhoria das suas condições de vida.

Face a situação, o responsável exortou o executivo angolano a prestar mais atenção aos referidos cidadãos, mormente às suas condições de emprego, bolsa de estudos para os filhos, habitabilidade, assistência médica e medicamentosa, eliminação de barreiras arquitectónicas e formação técnico-profissional.

Processos de ex-militares

Por seu turno, o director do gabinete provincial dos Antigos Combatentes e Veteranos da Pátria, Jorge Damião Sapesse, em resposta, revelou que 180 novos processos de ex-militares desta circunscrição aguardam por despacho do ministro para que possam merecer os devidos subsídios.

Referiu que o município tem 495 pensionistas inscritos e aconselhou os demais a regularizarem a sua situação, enquanto as viúvas dos antigos combatentes devem tratar os documentos necessários para obterem as referidas pensões.

Quanto aos órfãos, explicou que, para além de receberem até aos 18 anos uma pensão, têm a prorrogativa de recebê-la até aos 25 anos, desde que tenham um bom aproveitamento escolar, através do Instituto Nacional de Gestão de Bolsas de Estudos (INAGBE).

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