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09 Setembro de 2019 | 21h47 - Actualizado em 10 Setembro de 2019 | 09h54

Joana Lina realça troca de experiência entre jornalistas

Huambo - A governadora da província do Huambo, Joana Lina, realçou hoje, segunda-feira, a importância da troca de experiência entre a velha e a nova geração de jornalistas, por ajudar a enriquecer o conhecimento da classe, além de ser uma oportunidade para o fortalecimento dos laços de amizade.

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Governadora Joana Lina entrega Menção Honrosa em reconhecimento ao trabalho dos profissionais da ANGOP

Foto: Júlio Vilinga

Huambo: Palestra formativa no quadro do Dia Internacional do Jornalista

Foto: Júlio Vilinga

A governante, que falava à margem da palestra “Fake news não é jornalismo”, inserida nas comemorações do Dia Internacional do Jornalista, celebrado a 08 deste mês, disse que os profissionais de comunicação social precisam encontrar espaços para maior discussão e partilha de conhecimentos.

“Gostaria apenas de sugerir que se encontrem mais vezes, porque eu senti que, por ser o Dia Internacional dos Jornalistas, esta cerimónia teve bastante significado. Os jornalistas precisam encontrar-se mais, ou a velha e a nova geração têm que estar mais juntos e unidas”, enfatizou Joana Lina.

Ao abordar o tema “Fake news não é jornalismo”, o jornalista Ramiro Aleixo defendeu que o profissional de comunicação social deve, em primeiro lugar, ter a consciência de que jornalismo traduz seriedade, onde a confrontação com as fontes é indispensável.

Salientou que o jornalista deve ter a preocupação de fazer sempre a reconfirmação e cruzamento de fontes e ter paciência, embora a rapidez no exercício profissional exija determinada celeridade na elaboração das matérias.

"Na dúvida, é preferível não publicar, ou fazer um compasso de espera até que as fontes se pronunciem", recomendou.

“É lógico que já nos confrontamos, há bastante tempo, com esta questão do acesso às fontes. Todavia, devemos reconhecer que já houve melhorias, na medida em que os gestores públicos percebem que mais vale a abertura aos órgãos de comunicação social, independentemente de serem públicos ou privados, do que continuar prevalecer a mentira”, enfatizou.

Ramiro Aleixo lembrou que quanto mais os gestores públicos criarem obstáculos ao exercício da actividade jornalística mais as mentiras terão espaço, sobretudo na área das redes sociais.

Disse que o jornalista, por sua vez, deve fazer por merecer, pois a confiança com as fontes deve ser conquistada com competência, uma vez que não é prestigiante para um órgão de informação divulgar, de forma permanente, o direito de resposta, por baixar a credibilidade, quer do meio de comunicação, como dos profissionais, que, por sua vez, devem aferir com maior cuidado o conteúdo primário.

Durante o evento, foram homenageados, a título póstumo, entre outros profissionais do planalto central, o ex-delegado e jornalista da delegação da ANGOP (1994 - 2012), Joaquim Neves António, o ex-chefe de redacção de bureau, Vela Augusto Manuel, e o ex-chefe de produção da emissora provincial da Rádio Nacional de Angola (RNA), Jacob Valeriano.

A organização do evento homenageou igualmente, com menções honrosas, vários profissionais da antiga e actual geração, pela dedicação, empenho e zelo no exercício da actividade, com realce para o ex-director da emissora provincial da RNA, Fernando Manuel.

O 8 de Setembro foi instituído Dia Internacional do Jornalista pelas Nações Unidas, em homenagem ao checo Julius Fucik, assassinado em 1943, ao serviço do jornalismo, depois de um período de prisão.

Julius Fucik era um acérrimo defensor da liberdade de imprensa e direccionava os seus trabalhos à luta contra o fascismo e advogava ideais de independência dos povos oprimidos, o que lhe valeu a outorga do prémio da paz, a título póstumo, em 1950, pelo Conselho Mundial da Paz.

Assuntos Província » Huambo  

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