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24 Setembro de 2019 | 14h05 - Actualizado em 24 Setembro de 2019 | 16h22

Mais de 50 nadadores-salvadores vigiam praias em Cabinda

Cabinda - Cinquenta e nove nadadores-salvadores do Serviço de Protecção Civil e Bombeiros em Cabinda vigiam as praias na zona litoral e interior para garantir segurança contra afogamentos.

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Torres de observação para vigiar casos de afogamento

Foto: Angop

Meios garantem praias seguras contra afogamentos

Foto: Angop

Equipados com bóias de tipo torpedo, circular, cintos de salvamento e moto-4, os nadadores-salvadores vigiam, sete (7) praias autorizadas: Lubendo, Manqui Seco, Futila, Cacongo, Cabassango e duas fluviais no Buco-Zau e Belize.

Conta ainda com cinco (5) torres de vigilância, instaladas nas praias com maior enchente de banhistas: Mangui Seco, Fútila e Cacongo.

Em declarações hoje (terça-feira) à Angop, o chefe de departamento de resgate e salvamento do SPCB, terceiro sub-chefe Alexandre Lopes Kibimda, disse haver necessidade de aumento do número de efectivos para pelo menos 100, para melhor cobertura em todas as praias autorizadas e as não autorizadas.

Durante a época balneária (Agosto a Junho) de 2018/2019 o SPCB registou 30 mortes por afogamento nas praias de Cabinda e 26 pessoas foram salvas pelas equipas de resgate e salvamento.

Em 2017, o número de afogamentos foi de 20 pessoas mortas, enquanto 26 foram salvas.

Para prevenir que mais mortes se registem nas praias de Cabinda, e não só, como também em cacimbas e valas de drenagem, os SPCB vão levar a cabo, programas de sensibilização junto das comunidades (bairros e povoações) com disseminação da carteira informativa que exorta os cuidados e medidas preventivas no uso das praias e rios.

O delegado provincial em exercício da delegação do Minint, superintendente de investigação criminal, Santos Manuel Pedro Alexandre, alertou para que os efectivos do SPCB redobrem os serviços de vigilância com a colocação de sinalização para evitar afogamentos nas praias de Cabinda.

Enquanto isso no Uíge, 21 pessoas morreram vítimas de afogamento nos últimos 12 meses, segundo o chefe da Secção de Prestação de Serviço de A-Náufrago da instituição, Francisco Mateus, adiantando que os casos  lugar em rios, lagoas, poços e em reservatórios de águas, nos municípios do Negage, Maquela do Zombo, Sanza-Pombo e Songo.

Já o chefe do Serviço de Protecção Civil e Bombeiros, sub-comissário Bombeiro João António Cassua, defende a contínua melhoria das medidas de segurança nos locais de maior concentração populacional, sobretudo em objectivos com meios aquáticos, para se atenuar os impactos negativos dos fenómenos que resultam em mortes por afogamentos.

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