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22 Outubro de 2019 | 12h35 - Actualizado em 22 Outubro de 2019 | 12h43

ONG desenvolvem mais de 60 projectos sociais

Luanda - Sessenta e sete projectos de índole social estão a ser desenvolvidos no país nos sectores da educação e saúde por 47 organizações não governamentais, anunciou, nesta terça-feira, em Luanda, a ministra da Acção Social, Família e Promoção da Mulher, Faustina Inglês Alves.

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Ministra Faustina Alves (à esq.) durante visita ao lar de 3ª Idade Nhakatolo Tchissengo

Foto: kinda kyungu

Segundo a governante, que falava no encontro com as ong, os projectos estão a ser executados nas províncias de Benguela, Cuanza Sul e Luanda direccionados às comunidades mais vulneráveis.

Dados do Instituto de Promoção e Coordenação de Ajuda às Comunidades (IPROCAC) indicam que existem no país 437 ong, sendo 400 nacionais e 37 estrangeiras.

Deste total, 395 são associações, nove fundações e 31 instituições religiosas que desenvolvem actividades  dos domínios da educação, saúde, agricultura, serviço social, desenvolvimento comunitário, direitos humanos e transporte.

O pelouro  quer que as ong continuem a trabalhar para aumentar a eficiência das políticas públicas do sector social, inovar nas soluções  e optimizando os resultados.

A ministra acrescentou que as instituições devem realinhar as suas acções em consonância com os grandes objectivos e programas nacionais que constam no Plano de Desenvolvimento nacional PDN 2018/2022.

Faustina Inglês Alves apelou as ong a serem transparentes e leais durante a execução das acções em prol do desenvolvimento das comunidades e pessoas vulneráveis.

Por seu turno, a chefe de desenvolvimento comunitário, Margarida Leite,  ao dissertar o tema “Responsabilidade social das ong e os benefícios para acção social”, disse ser necessário uma coesão forte e que as estas instituições deixem de trabalhar de forma individual e isolada.

Salientou que as ong precisam de se organizar por sectores de actuação e elaborar plano de intervenção conjunto no âmbito da responsabilidade social, bem como estar ligadas às empresas, aproveitando os desafios destas e os financiamentos para melhorar a implementação dos seus projectos.

Em Angola, apesar de se sentir as acções das ong, referiu, é necessario sse melhorar  a sua actuação trabalhando de forma unida, para se alcançar melhores resultados.

O encontro organizado pelo Ministério da Acção Social, Família e Promoção da Mulher  visou despertar interesse do conhecimento e cumprimento das obrigações legais que concerne as actividades das ong e estimular parcerias no âmbito da acção social.

Assuntos Angola  

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