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27 Janeiro de 2020 | 12h11 - Actualizado em 27 Janeiro de 2020 | 13h16

Ministra quer engajamento de todos na luta contra pobreza

Luanda - A ministra da Acção social, Família e Promoção da Mulher, Faustina Alves, pediu hoje, segunda-feira, em Luanda, o engajamento da Unidade de Acompanhamento e Supervisão do Programa de Desenvolvimento Local e Combate à Pobreza para a maximização de tempo e de recursos.

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Ministra da Acção Social, Família e Promoção da Mulher, Faustina Alves (Arquivo)

Foto: Lucas Neto

Faustina Alves disse que o programa é aberto e flexível a todas as forças vivas da sociedade, entre elas, a sociedade civil, igrejas e ONG, para juntos identificar programas e projectos locais que afectam as comunidades.

A governante falava na abertura da 1.ª Reunião da Unidade de Acompanhamento e Supervisão do Programa Integrado de Desenvolvimento Local e Combate à Pobreza de 2020, na qual fez o balanço das actividades realizadas no ano transacto, que foi frutífero, apesar do ambiente económico e financeiro que o país vive.

Destacou que realinharam as acções prioritárias com incidência para os ex-militares, no que diz respeito ao seu enquadramento na inclusão produtiva e geração de renda e apoio às famílias vulneráveis.

Neste ano, pretendem ser mais operativos e reforçar os mecanismos de acompanhamento e fiscalização, com resultados mais visíveis e com impacto na vida das comunidades.

A ministra referiu-se à situação por que passam vários angolanos em todo o país, devido às fortes chuvas que atingem fortemente as populações, colocando-as em situações de extrema vulnerabilidade e pobreza, o que exigirá o redobrar de esforços.

O Executivo Angolano definiu como prioridade a redução do impacto da pobreza extrema de 36 para 25 por cento, o que corresponde a três milhões de cidadãos da condição de pobreza de 2018 a 2022.

Comparativamente aos anos 1990 a 2015, a redução do impacto da pobreza foi de 69 para 36, 6 por cento.  

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